- A maioria das cidades e vilas já não tem farmácia de porta aberta durante a madrugada.
- Em muitos concelhos o acesso a medicamentos após o fecho faz-se apenas por chamada telefónica, mediante disponibilidade, ou obriga a deslocações a territórios vizinhos.
- A situação, longe de ser nova, está a agravar-se, sobretudo fora do litoral, mas afeta também zonas urbanas.
- As associações do setor justificam que os horários estão ajustados às necessidades da população, mas admitem que, sem apoios do Estado, pode agravar-se, especialmente no Interior.
A maioria das cidades e vilas já não tem farmácia de portas abertas durante a madrugada. Em muitas autarquias, o acesso a medicamentos após o fecho acontece apenas por telefone, conforme disponibilidade, ou obriga a deslocações a concelhos vizinhos.
A situação não é nova, mas tem vindo a agravar-se, sobretudo fora do litoral, afetando também zonas urbanas. As associações do setor dizem que os horários respondem às necessidades da população, mas admitem que, sem apoio estatal, pode tornar-se mais complexa.
Dirigentes destacam que a falta de horários reduz o acesso a fármacos para doentes crónicos e idosos. O reforço de apoios públicos é visto como essencial para manter rotas de serviço também no Interior.
Entre na conversa da comunidade