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Farmácias fechadas à noite deixam milhares sem acesso a medicamentos

Farmácias fechadas à noite deixam milhares sem acesso direto a medicamentos; o acesso passa a depender de chamada telefónica ou deslocações a concelhos vizinhos, com impacto no Interior

Espinho é um dos concelhos onde não há farmácias abertas 24 horas
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  • A maioria das cidades e vilas já não tem farmácia de porta aberta durante a madrugada.
  • Em muitos concelhos o acesso a medicamentos após o fecho faz-se apenas por chamada telefónica, mediante disponibilidade, ou obriga a deslocações a territórios vizinhos.
  • A situação, longe de ser nova, está a agravar-se, sobretudo fora do litoral, mas afeta também zonas urbanas.
  • As associações do setor justificam que os horários estão ajustados às necessidades da população, mas admitem que, sem apoios do Estado, pode agravar-se, especialmente no Interior.

A maioria das cidades e vilas já não tem farmácia de portas abertas durante a madrugada. Em muitas autarquias, o acesso a medicamentos após o fecho acontece apenas por telefone, conforme disponibilidade, ou obriga a deslocações a concelhos vizinhos.

A situação não é nova, mas tem vindo a agravar-se, sobretudo fora do litoral, afetando também zonas urbanas. As associações do setor dizem que os horários respondem às necessidades da população, mas admitem que, sem apoio estatal, pode tornar-se mais complexa.

Dirigentes destacam que a falta de horários reduz o acesso a fármacos para doentes crónicos e idosos. O reforço de apoios públicos é visto como essencial para manter rotas de serviço também no Interior.

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