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Exército sírio reivindica tomada de aeroporto controlado por curdos

Exército sírio afirma ter tomado o aeroporto militar de Taqba, abrindo caminho para ampliar controlo sobre Raqqa e enfraquecer a posição curda na região

People celebrate the entry of Syrian army forces into the Deir Hafer area after the withdrawal of the Kurdish-led Syrian Democratic Forces (SDF), in Deir Hafer, eastern Aleppo countryside, Syria, 17 January 2026. EPA/AHMAD FALLAHA
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  • O exército sírio anunciou ter tomado controlo do aeroporto militar de Taqba, na província de Raqqa.
  • Anteriormente afirmou ter entrado na cidade e cercado as forças curdas no aeroporto.
  • Raqqa era a capital do Estado Islâmico antes de ser derrotada pelas Forças Democráticas Sírias, apoiadas por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos.
  • O presidente Ahmad al-Chareh, que derrubou Bashar al-Assad, pretende expandir o controlo sírio sobre todo o território.
  • Durante a guerra, as Forças Democráticas Sírias avançaram no norte e nordeste, incluindo campos de petróleo e gás, expandindo território após a queda de Assad em dezembro de 2024.

O exército sírio afirmou neste domingo ter tomado o controlo do aeroporto militar de Taqba, situado na cidade de Taqba, na província de Raqqa. A informação foi comunicada pela agência oficial Sana, indicando que as forças entraram na cidade e cercaram unidades curdas presentes no aeródromo.

Raqqa, outrora epicentro do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), ficou sob domínio das Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas por curdos, com apoio de uma coalizão liderada pelos EUA. O recuo do EI abriu espaço para a atuação das forças locais na região.

Contexto político: Ahmad al-Chareh, descrito como presidente islamista que derrubou Bashar al-Assad, afirma querer expandir o controlo sobre todo o território sírio. Durante a guerra civil, as FDS avançaram no norte e nordeste da Síria, inclusive em zonas de petróleo e gás, reduzindo o poder do EI.

As FDS consolidaram territórios após o declínio do poder central sírio em dezembro de 2024, aproveitando o colapso das forças governamentais. A situação na zona de Raqqa continua a depender da coordenação entre as várias forças locais e internacionais envolvidas no conflito.

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