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Trump perdoa ex-governadora de Porto Rico condenada por corrupção

Trump perdoa ex-governadora de Porto Rico condenada por corrupção ligada a doação de campanha; Casa Branca vê o caso como perseguição política, anúncio pendente

Ex-governadora de Porto Rico, Wanda Vázquez
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  • O presidente norte-americano, Donald Trump, pretende indultar Wanda Vázquez, ex-governadora de Porto Rico, condenada por corrupção relacionada com um donativo para a campanha.
  • Fontes da Casa Branca dizem que o caso é visto como perseguição política e começou após Vázquez ter apoiado Trump em 2020.
  • Documentos do perdão alegam que não houve quid pro quo e que o processo foi politicamente motivado; o perdão já terá sido concedido, faltando apenas o anúncio oficial.
  • Vázquez pediu a revisão da pena de um ano de prisão que o Ministério Público de Porto Rico lhe havia exigido; a sentença está fixada para 29 de janeiro.
  • A ex-governadora reconheceu ter aceitado promessas de contribuições de campanha de um estrangeiro, violando a Lei Federal de Campanha Eleitoral; o caso envolve também Julio Herrera Velutini e Mark Rossini, ligados a pagamentos superiores a 300 mil dólares a consultores de campanha, e envolveções com a demissão de um comissário regulador.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, pensa conceder clemência à ex-governadora de Porto Rico, Wanda Vázquez, condenada num caso de corrupção relacionado com um donativo para a sua campanha. Segundo uma fonte da Casa Branca, o caso é visto como uma possível perseguição política, alegadamente iniciado 10 dias após Vázquez ter declarado apoio a Trump em 2020. A Casa Branca também indicou que os documentos do perdão demonstram a ausência de qualquer quid pro quo e defenderam motivação política do processo.

A sentença de Vázquez, que governou Porto Rico de 2019 a 2021, já tinha sido anunciada como pendente após o adiamento de várias diligências judiciais. Está marcada para 29 de janeiro a pena de um ano de prisão pedida pelas autoridades locais. A ex-governadora reconheceu culpa em agosto por aceitar promessas de contribuições de campanha de um estrangeiro, violando a Lei Federal de Campanha Eleitoral.

Vázquez integra um trio sob acusação inicial de conspiração, suborno de um programa federal e fraude eletrónica, com Julio Herrera Velutini, proprietário do Bancrédito International Bank, e o ex-agente do FBI Mark Rossini, que já assinou acordo de delação premiada. Antes dos acordos, estes cumpriam uma condenação que podia chegar a 20 anos. Segundo a queixa, Herrera e Rossini teriam pago mais de 300 mil dólares a consultores políticos para apoiar a campanha de 2020.

Enquadramento legal e próximos passos

A acusação descrevia que, em troca, Vázquez demitiu o comissário do Gabinete do Controlador das Instituições Financeiras (OCIF), órgão regulador do banco de Herrera. O caso envolve, ainda, questões sobre financiamento de campanhas e cooperação de terceiros. O perdão, se confirmado oficialmente, encerra o capítulo penal para a ex-governadora no território autónomo. As informações são recolhidas junto de fontes da imprensa norte‑americana.

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