- Bombeiros de Sátão enfrentam alegação de assédio sexual envolvendo o segundo comandante Bruno Veiga e uma funcionária da limpeza.
- O comandante Carlos Sousa mantém silêncio sobre o assunto, o que revolta os operacionais.
- Um elemento da corporação, que pediu para não ser identificado, disse que seria expectável uma reunião para esclarecer o que está a ser feito para apurar a verdade.
- Os bombeiros afirmam que a corporação ficou fragilizada com as notícias publicadas sobre o caso.
- O ambiente dentro da instituição permanece tenso, com temores de represálias e falta de comunicação.
O corpo de Bombeiros Voluntários de Sátão enfrenta um alegado caso de assédio sexual que envolve o segundo comandante, Bruno Veiga, e uma funcionária da limpeza. A situação tem gerado descontentamento entre os operacionais.
Até ao momento, a direção da corporação não divulgou detalhes públicos sobre o caso nem sobre eventuais investigações em curso. A falta de informações tem provocado preocupação entre quem atua no terreno.
Um elemento da corporação, que pediu para não ser identificado, afirmou que esperavam uma reunião do comandante para esclarecer o que ocorreu e indicar as medidas para apurar a verdade. Segundo a fonte, nada disso ocorreu.
O silêncio do comandante, Carlos Sousa, é visto por vários bombeiros como um desvalorizar do caso. A situação deixou a corporação em uma posição fragilizada perante a comunidade e ante a imprensa.
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