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X anuncia medidas para impedir que Grok dispa ‘pessoas reais’

A X implementa medidas para impedir que o Grok gere imagens de pessoas reais com roupas reveladoras, aplicando restrições a todos os utilizadores e bloqueio geográfico conforme lei

Rede social X anuncia medidas para impedir que Grok dispa "pessoas reais"
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  • A rede social X anunciou medidas para impedir que o Grok edite imagens de pessoas reais com roupas reveladoras, abrangendo todos os utilizadores, incluindo subscritores pagos.
  • A função de geração de imagens continua limitada aos subscritores pagos desde 9 de janeiro.
  • A plataforma afirmou aplicar bloqueio geográfico onde é exigido por lei, o que pode limitar a abrangência das medidas tecnicamente implementadas.
  • O procurador-geral da Califórnia abriu uma investigação à xAI devido à proliferação online de imagens de mulheres e crianças nuas geradas com o Grok.
  • A autoridade britânica Ofcom iniciou uma investigação ao Grok por alegadamente sexualizar imagens de mulheres e crianças.

O X, a rede social liderada por Elon Musk, revelou ter lançado medidas técnicas para impedir que o Grok, a ferramenta de IA da xAI, crie imagens de pessoas reais com vestuário revelador, como bikinis. A restrição aplica-se a todos os utilizadores, incluindo subscritores pagos, e pode ser implementada de forma geograficamente restrita conforme a lei.

A medida surge numa altura de crescente pressão de autoridades de diversos países, que investigam o funcionamento do Grok. Desde janeiro, a geração de imagens continua limitada aos subscritores pagos, segundo o comunicado da plataforma.

Na Califórnia, o procurador-geral abriu uma investigação à xAI pela proliferação online de imagens de mulheres e crianças nuas geradas com o Grok. A plataforma afirmou estar a remover conteúdo ilegal, suspender contas e cooperar com autoridades.

O regulador britânico Ofcom também iniciou uma investigação ao Grok, após uma análise da ONG AI Forensics ter identificado mais de 20 000 imagens geradas pela ferramenta, com mais da metade a retratar pessoas em pouca roupa, 81% das quais mulheres e 2% aparentando serem menores.

A notícia acompanha um conjunto de ações regulatórias em França, Reino Unido, Malásia e Indonésia, onde diferentes entidades exercem escrutínio sobre o funcionamento da IA da X. A empresa tem reiterado que atua para mitigar conteúdos ilegais gerados pela tecnologia.

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