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Santarém único distrito continental com menos nascimentos em 2025

Santarém foi o único distrito continental com menos nascimentos em 2025, totalizando 2.852 rastreados, menos 22 face a 2024

Portugal registou no ano passado menos 1.059 partos face a 2023
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  • Em 2025 nasceram 87.708 bebés em Portugal, mais 3.077 do que em 2024, segundo o Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN).
  • Madeira e Santarém foram as únicas regiões com menos nascimentos em 2025 face a 2024: Madeira, 1.704 (-48); Santarém, 2.852 (-22).
  • Lisboa foi a região com mais bebés rastreados (26.595), seguida pelo Porto (15.255) e Braga (6.534).
  • Julho teve o maior número de rastreios (8.118), seguido de outubro (8.104) e setembro (7.886).
  • Desde 1979, até ao final de 2025, foram rastreados 4.396.889 recém-nascidos e identificados 2.963 casos de doenças raras; em 2025 ocorreram 147 casos de doenças hereditárias, incluindo 57 metabólicas, 26 hipotiroidismo congénito e 47 drepanocitose.

Mais de 87.700 bebés nasceram em Portugal em 2025, o valor mais alto da década, segundo o Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN). O relatório próprio do INSA mostra que 87.708 recém-nascidos foram rastreados no ano passado, mais 3.077 face a 2024.

Os dados indicam que Madeira e Santarém foram as únicas regiões com menos nascimentos em 2025 face a 2024, com 1.704 (queda de 48) e 2.852 (queda de 22), respetivamente. O impacto é verificado em todo o território continental e insular.

Nascimentos rastreados por região

Lisboa manteve o maior número de rastreios, com 26.595 (mais 739). Seguiu-se o Porto, com 15.255 (mais 733), e Braga, com 6.534 (mais 246). O teste é feito entre o 3.º e, se possível, o 6.º dia de vida.

Os distritos com menor número de exames foram Portalegre (574) e Bragança (587), mas registaram aumentos de 27 e 93 rastreios, respetivamente. Julho teve o pico de rastreios, com 8.118, seguido por outubro e setembro.

Desde 1979 e até ao final de 2025, já foram rastreados 4.396.889 recém-nascidos, com 2.963 casos de doenças raras identificados. Entre estas, destacam-se 57 casos de doenças hereditárias do metabolismo e 47 de drepanocitose.

O PNRN é coordenado pelo INSA, pela Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana.

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