- Em 2025 nasceram 87.708 bebés em Portugal, o maior valor da última década, segundo o Programa Nacional de Rastreio Neonatal.
- Lisboa rastreou 26.595 recém-nascidos; o Porto 15.255; Braga 6.534.
- Madeira e Santarém foram as únicas regiões a registar menos nascimentos em 2025 face a 2024.
- Julho foi o mês com mais rastreios (8.118), seguido de Outubro (8.104) e de Setembro (7.886).
- Desde 1979 e até final de 2025, foram rastreados 4.396.889 bebés, com 2.963 casos de doenças raras identificados; em 2025 foram identificados 147 casos, incluindo 57 de metabolismo, 26 de hipotiroidismo congénito, 6 de fibrose quística, 10 de atrofia muscular espinhal, 1 imunodeficiência grave e 47 de drepanocitose.
Portugal atingiu em 2025 o maior número de nascimentos da última década, segundo o Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN). O total de recém-nascidos rastreados foi de 87.708, acima de 84.631 em 2024.
Lisboa foi a cidade com mais recém-nascidos rastreados, somando 26.595, mais 739 face a 2024. O Porto seguiu com 15.255 (mais 733) e Braga teve 6.534 (mais 246).
Os restantes dados mostram que Madeira e Santarém registaram menor volume de nascimentos em 2025, com 1.704 e 2.852, respetivamente, ambas quedas relativamente ao ano anterior.
Dados nacionais e regionais
O teste do pezinho, realizado a partir do 3.º dia de vida, até ao 6.º sempre que possível, analisa sangue num calcanhar. A Madeira e Santarém foram as únicas regiões com menos nascimentos em 2025.
De acordo com o Insa, desde 1979 até final de 2025 já foram rastreados 4.396.889 nascituros, com 2.963 casos de doenças raras identificadas. Em 2025 destacam-se 147 casos de doenças, descritos a seguir.
Doenças identificadas e perfis
Entre as condições detectadas em 2025 estão 57 casos de doenças hereditárias do metabolismo, 26 de hipotiroidismo congénito e 47 de drepanocitose. Houve também 10 casos de atrofia muscular espinhal e 1 de imunodeficiência grave.
O conjunto de diagnósticos permite encaminhamento para tratamento precoce, com impacto significativo no prognóstico das crianças. O programa é coordenado pela Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética do Insa.
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