- Estudo sugere reduzir gradualmente o IMT e aumentar o IMI como forma de enfrentar a subida dos preços das casas.
- A proposta, apresentada pelo investigador Luís Clemente-Casinhas, visa também pressionar os senhorios a colocar habitações no mercado de arrendamento.
- O objetivo é tornar o arrendamento mais atractivo face aos imóveis vendidos, potenciando maior oferta.
- O estudo também aponta que o benefício fiscal para a compra de casa de jovens, promovido por Luís Montenegro, foi absorvido pelo aumento dos preços.
- Em síntese, a medida é apresentada como ferramenta para mitigar a crise na habitação e estimular o arrendamento.
O estudo defende uma reformulação gradual dos impostos sobre imóveis para enfrentar a crise no arrendamento. Propõe reduzir o IMT de forma gradual e aumentar o IMI como forma de estimular o mercado para habitação em arrendamento.
Segundo o investigador Luís Clemente-Casinhas, a medida visa pressionar os senhorios a colocar imóveis disponíveis para arrendamento e, ao mesmo tempo, reduzir a pressão sobre os preços.
A análise aponta que o benefício fiscal para a compra de casa por jovens, promovido por Luís Montenegro, acabou absorvido pelo crescimento dos preços das habitações, neutralizando parte do efeito pretendido.
O documento sublinha ainda a necessidade de políticas complementares para estabilizar o mercado, sem indicar prazos específicos para a implementação das mudanças propostas.
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