- O Sindicato dos Jornalistas pediu aos fotojornalistas que rejeitem as imposições do FC Porto para assinarem um documento que lhes permita trabalhar no Estádio do Dragão.
- O SJ afirma que a Carteira Profissional de Jornalista é suficiente para atribuição de acreditações em eventos públicos, sendo esse o único critério aceitável.
- O sindicato lembra que os jornalistas já cumprem a Lei de Imprensa, o Estatuto do Jornalista e o Código Ético e Deontológico, não sendo necessário um compromisso por escrito do clube.
- O documento proposto pelo FC Porto é visto pelo SJ como contendo alíneas inaceitáveis, limitadoras da profissão e potencialmente ilegais.
- O SJ pede aos fotojornalistas que recusem a assinatura e que as redações apoiem, defendendo credenciação apenas para quem tem carteira profissional, já a partir do encontro da Taça de Portugal.
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu aos fotojornalistas que recusem as imposições apresentadas pelo F.C. Porto para trabalhar no Estádio do Dragão. O SJ lembra que os profissionais já estão abrangidos pela lei de imprensa e pelo código deontológico.
Em comunicado, o SJ afirma que o documento que o clube quer obrigar os fotojornalistas a assinar para aceder aos eventos desportivos é inadmissível. A entidade sustenta que a Carteira Profissional de Jornalista é suficiente para obter as acreditações necessárias.
O sindicato sublinha que os jornalistas já cumprem a Lei de Imprensa e o Estatuto do Jornalista, bem como um código ético. Não é necessária nenhuma assinatura adicional para exercer a profissão ou aceder aos jogos.
O SJ afirma que alguns itens do documento proposto são limitadores da atividade profissional e potencialmente violadores da lei. O sindicato propõe que o FC Porto credencie apenas fotojornalistas com carteira profissional, tal como já faz em outros eventos.
Foi apelado aos fotojornalistas em serviço para recusar a assinatura e evitar trabalho sem condições dignas e seguras. Reforçou ainda o pedido às redações para não publicar imagens obtidas sem habilitação legal adequada.
Apesar das reservas, o SJ reconhece as preocupações do FC Porto quanto ao uso indevido do material obtido nos jogos. O objetivo permanece manter a credenciação por carteira profissional para eventos desportivos, culturais ou outros.
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