- Diretores solicitam autorização do Governo para recrutarem uma percentagem de docentes para os quadros das escolas, com regras e supervisão do Conselho Geral de cada agrupamento.
- A medida é antiga, sendo defendida de forma contínua por escolas e governos, mas costuma enfrentar forte oposição de professores e sindicatos.
- Francisco Gonçalves, secretário-geral da Fenprof, avisa que, se o Governo confirmar o caminho a 4 de fevereiro, os docentes voltam a protestar.
- Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores (ANDAEP), disse ao Jornal de Notícias que a ideia é permitir às escolas contratar uma parte de docentes para os seus quadros, com supervisão do Conselho Geral.
Os diretores escolares apresentam uma proposta para obter autorização do Governo para contratar, a título de quadros, uma percentagem de docentes. O projeto é defendido pela associação das direções, com regras e supervisão do Conselho Geral de cada agrupamento.
A defesa é feita por Filinto Lima, presidente da ANDAEP, que aponta a necessidade de criar um regime específico de contratação para reforçar a estabilidade e a gestão dos recursos humanos nas escolas. A proposta já foi apresentada de forma recorrente por entidades do setor.
Antes de avançar, a Fenprof equaciona a possibilidade de contestação caso o Governo confirme este caminho. Francisco Gonçalves, secretário-geral da federação, advertiu que, em caso de confirmação no dia 4 de fevereiro, os docentes poderão regressar aos protestos já anunciados.
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