- A ASPP/PSP decidiu realizar, a 29 de janeiro, uma concentração de protesto junto ao Aeroporto de Lisboa, acusando o Governo de não cumprir o acordo de valorização de carreiras de 2024.
- Na reunião de direção de hoje, a associação anunciou ainda ações em fevereiro em vários comandos, com divulgação de debilidades, condições de trabalho e violações de direitos.
- Foi também anunciada uma concentração de polícias durante um Conselho de Ministros e a permanência de profissionais da PSP nas galerias da Assembleia da República durante o debate quinzenal.
- A ASPP/PSP acusa o Governo de desvalorizar salários, bloquear pré-aposentações, cortar folgas e desrespeitar o acordo de julho de 2024, após protestos à residência oficial do Primeiro-Ministro no fim do ano passado.
- A direção mantém disponibilidade para cumprir uma reunião com o Governo, desde que haja uma proposta concreta, caso contrário prevê concentrações nacionais, protests junto ao MAI e uma manifestação de polícias a nível nacional.
A ASPP/PSP anunciou que vai realizar uma concentração de protesto no dia 29 de janeiro junto ao Aeroporto de Lisboa, alegando que o Governo não cumpriu o acordo de valorização das carreiras de 2024. Ações decorrem em contexto de negociações interrompidas.
Em reunião de direção hoje, o sindicato decidiu ainda agir em fevereiro em vários comandos, com o levantamento de debilidades, condições de trabalho e violações de direitos para exposição pública.
A direção do maior sindicato da PSP planeia também concentrar polícias durante um Conselho de Ministros e manter profissionais nas galerias da Assembleia da República durante o debate quinzenal.
Próximas ações
O movimento denuncia falta de seriedade do Governo no incumprimento do acordo de julho de 2024 e recorda a ausência de respostas após protestos junto à residência oficial do Primeiro-Ministro.
Entre as críticas, aponta desvalorização salarial, bloqueio de pré-aposentações, cortes de folgas e desrespeito pelo acordo de julho de 2024.
Condições para o diálogo
A ASPP/PSP mantém disponibilidade para reunir com o Governo, desde que haja cumprimento da palavra dada e uma proposta concreta. Caso contrário, haverá concentrações em eventos nacionais, protestos junto ao MAI e uma manifestação de polícias a nível nacional.
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