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Queda prevista de 40% no tráfego dos motores de busca em três anos

Editores anteveem queda de mais de 40% no tráfego de motores de busca nos próximos três anos, devido aos resumos de IA da Google

Prevista queda de 40% do tráfego dos motores de busca em três anos
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  • Editores prevêem mais de quarenta por cento de redução no tráfego de motores de busca nos próximos três anos, devido aos resumos de IA da Google.
  • O relatório indica que o tráfego agregado de sites de notícias proveniente da pesquisa do Google já começou a diminuir, com impactos mais fortes em conteúdos de estilo de vida.
  • Nos três anos anteriores, já houve quedas no tráfego de referência vindas do Facebook e do X (antigo Twitter).
  • A IA generativa é vista como a próxima grande transformação, acelerando a maneira de aceder e sintetizar informação e impulsionando conteúdos centrados em personalidades.
  • Em 2026, os media devem apostar na reengenharia para a era da IA, com mais vídeo, formatos variados e uso da IA nas operações de recolha, produção e distribuição de notícias.

A previsão aponta para uma queda acima de 40% no tráfego proveniente de motores de busca nos próximos três anos. A estimativa surge no relatório do Reuters Institute for the Study of Journalism, com base em respostas de 280 líderes de media de 51 países.

Publishers indicam que, embora não haja um “Google Zero”, o impacto é substancial. Dados do estudo sugerem que o tráfego de pesquisa já diminuiu, especialmente para conteúdos de estilo de vida, após o lançamento dos resumos de IA da Google.

Contexto tecnológico e tendências

As quedas reforçam a transição para a IA generativa como uma transformação-chave na indústria, capaz de sintetizar informação em larga escala de forma mais eficiente. O estudo aponta que a tecnologia já começa a alterar o acesso às notícias.

Mudanças no consumo e no modelo de negócio

Os criadores de conteúdos humanos e influenciadores estão a impulsionar uma mudança para notícias centradas em personalidades, reduzindo a atratividade de alguns media tradicionais perante o público mais jovem. Esta tendência pode reduzir o envolvimento com meios convencionais.

Fontes de tráfego e competição

O relatório refere quedas de referência para Facebook (-43%) e X, anteriormente Twitter (-46%) nos últimos três anos. Os motores de busca evoluem para motores de resposta automatizada, o que pode secar o tráfego para publishers.

Reação das organizações de media

Apesar dos desafios, muitas organizações noticiosas mantêm perspetivas otimistas sobre os seus negócios, ainda que não sobre o jornalismo em si. O foco passa a ser reengenharia para a era da IA.

Estratégias para o curto prazo

As redações planeiam investir em conteúdos diferenciados e em uma abordagem mais humana. Aumentar formatos multimédia, especialmente vídeo, é uma prioridade para facilitar a reformatabilidade e a personalização.

Uso da IA nas operações

As organizações pretendem explorar ao máximo a IA generativa nas fases de recolha, produção e distribuição de notícias. O objetivo é alcançar maior eficiência sem comprometer a qualidade informativa.

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