- O Governo vai lançar uma estratégia para a poluição visual visando valorizar a paisagem, incluindo painéis solares e painéis publicitários.
- O ano de 2026 vai também trazer programas sobre redução de ruído, adaptação às alterações climáticas e defesa da paisagem, anunciou a ministra do Ambiente.
- Em resíduos, entra em 10 de abril o sistema de depósito com retorno, com 10 cêntimos por embalagem depositada.
- O Governo pretende acordos com grandes superfícies para reduzir embalagens e promover venda a granel, seguindo exemplos como a Bélgica.
- Permanecem obras de adaptação do litoral às alterações climáticas, renaturalização de rios e combate às inundações, além de medidas para substituir sacos de plástico de uso único sem taxa.
A ministra do Ambiente revelou, nesta terça-feira, que o Governo vai criar uma estratégia para a poluição visual, com o objetivo de valorizar a paisagem. A medida faz parte das previsões para 2026 na área que tutela.
Além de atuar na poluição visual, o Governo vai manter foco em água, com aproveitamento de águas residuais tratadas e combate às perdas de água. Também há programas de defesa do lince e do lobo, além de várias obras em curso.
A estratégia da paisagem vai ponderar questões como painéis solares e painéis publicitários, procurando equilibrar uso de energia com preservação visual. O plano integra ainda ações para redução do ruído e adaptação às alterações climáticas.
Na área dos resíduos, o ano marca o início do sistema de depósito com retorno, a 10 de abril, com máquinas distribuídas pelo país para devolver embalagens de plástico e metal a troco de 10 cêntimos.
A ministra indicou que está em negociação com grandes superfícies para reduzir embalagens, promovendo maior venda a granel, prática já implementada com sucesso em países como a Bélgica. Também há foco em reduzir resíduos de material de embalagem.
Sobre os sacos de plástico de utilização única, é prevista a procura de um substituto viável que não esteja sujeito a taxa. O objetivo é reduzir o consumo de plástico descartável sem onerar o utilizador.
Para 2026 está igualmente prevista a continuação de obras de adaptação do litoral às alterações climáticas, renaturalização de rios e melhoria da prevenção de inundações, enquadradas no Plano Nacional.
O Fundo Social para o Clima deverá funcionar de forma semelhante ao programa de substituição de eletrodomésticos, com efeitos previstos ao longo do ano.
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