- A AIPEX de Angola pretende ligar as indústrias transformadoras às grandes superfícies para que estas atinjam a capacidade máxima de produção e comercialização de produtos nacionais, conforme afirmou Jerónimo Pongolola à unidade Sasha Cristal.
- Todas as unidades fabris e grandes superfícies da carteira de projetos da AIPEX serão contactadas para estabelecer parcerias, com as indústrias a não necessitar de financiamento, apenas a expandir a comercialização.
- Alguns supermercados pretendem estabelecer parcerias com a Sasha Cristal para passar a fornecer os seus produtos nesses estabelecimentos.
- A Sasha Cristal diz contar com o apoio da AIPEX como ponte de atracção de investidores nacionais e internacionais, defendendo uma abertura a potenciais parceiros, clientes e outras entidades.
- O setor industrial de Angola está a funcionar a pleno, com capacidade de produção suficiente para atender o mercado interno; a farinha é apontada como um custo que inibe a expansão, sendo necessária redução para facilitar preços aos cidadãos.
A AIPEX, Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola, pretende ligar as indústrias transformadoras às grandes superfícies para aumentar a produção e a comercialização de produtos nacionais. A informação foi avançada por Jerónimo Pongolola, administrador executivo da AIPEX, à unidade Sasha Cristal, especializada em panificação e pastelaria.
Pongolola indicou que todas as unidades fabris e grandes superfícies integradas na carteira de projetos da AIPEX serão contactadas para estabelecer parcerias mútuas. As indústrias não precisam de financiamento, apenas ampliar a comercialização com as capacidades instaladas.
Alguns supermercados já manifestaram interesse em estabelecer parcerias com a Sasha Cristal para abastecer as suas lojas com os seus produtos, explicando o objetivo de ampliar o volume de fornecimento pela capacidade de armazenamento e distribuição.
Sasha Cristal e o papel da AIPEX
José Silva, presidente do conselho de administração da Sasha Cristal, disse que a empresa procura o apoio da AIPEX para atrair investidores nacionais e internacionais. O empresário sublinhou a necessidade de abrir portas a potenciais parceiros e clientes para criar negócios conjuntos.
Apesar do ritmo de produção ser satisfatório, Silva afirmou que é essencial o apoio governamental para disponibilizar os produtos aos potenciais clientes. A indústria de panificação e pastelaria na Angola apresenta capacidade instalada para diferentes escalas de produção.
Silva apontou ainda que o custo da farinha é um entrave à expansão do negócio, especialmente na área da pastelaria. Defendeu que reduzir esse custo e promover a auto-suficiência se refletem no preço final para os consumidores.
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