- Joaquim Carreira é reconduzido na presidência da Lusa para um mandato de quatro anos, com dois novos membros executivos, Luís Ferreira Lopes e Ana Alves, a entrar.
- Luís Ferreira Lopes assume o papel de vice-presidente. Ana Alves também passa a vice-presidente, com histórico em gestão financeira e risco em multinacionais.
- Em dezembro foi aprovado um aumento de capital de 5 milhões de euros, integralmente destinado a financiar um plano de modernização da Lusa, incluindo transformação digital e melhoria de serviços.
- Cria-se um Conselho Consultivo para acompanhar o cumprimento do contrato de serviço noticioso e informar sobre padrões de qualidade, independência e transparência da agência.
- O Conselho de Administração passa a ter três membros executivos, com mandatos de quatro anos; há alterações na exoneração, fiscalização passa a ser realizada por um Fiscal Único e há mecanismos de escrutínio parlamentar, com envio anual de documentos à Assembleia da República.
Joaquim Carreira foi reconduzido à presidência da Lusa por mais quatro anos, mantendo-se no cargo desde 2021. O anúncio foi feito pelo gabinete do ministro da Presidência e confirma a nomeação de dois novos membros executivos: Luís Ferreira Lopes e Ana Alves. O processo visa modernizar a agência e reforçar a sua capacidade de resposta.
O Conselho de Administração passa a ter três membros executivos, com os novos dirigentes a ocupar o lugar vago. Luís Ferreira Lopes assume o cargo de vice-presidente e é descrito como jornalista com foco em economia e experiência em gestão de conteúdos editoriais a nível nacional e internacional. Ana Alves assume também o papel de vice-presidente, com historial em gestão financeira e gestão de risco.
O Governo adianta que, no final de dezembro, foi aprovado um aumento de capital de 5 milhões de euros. O montante será totalmente aplicado num plano de modernização da Lusa, com foco na transformação digital, eficiência operacional e melhoria do serviço ao ecossistema mediático atual. O plano deverá ser elaborado pelo novo Conselho de Administração e aprovado pelo acionista.
A Lusa passa a constituir um Conselho Consultivo, com representação de associações do setor, trabalhadores e entidades regionais. Este órgão acompanha o cumprimento do Contrato de Prestação de Serviço Noticioso e avalia padrões de qualidade, independência e profissionalismo da agência. Também em vigor está um parecer prévio não vinculativo sobre designações para o Conselho de Administração.
A remodelação abrange ainda a composição do Conselho de Administração, que passa a ter três membros executivos. Os mandatos passam a ter a duração de quatro anos, com regras reforçadas de designação e exoneração para assegurar a independência e a idoneidade dos membros.
A fiscalização interna passa a ser realizada por um Fiscal Único, substituindo o anterior Conselho Fiscal. Além disso, o Governo criou mecanismos de transparência: envio anual de documentos à Assembleia da República, incluindo plano de atividades, orçamento e relatórios. Também prevê audiências anuais do Conselho de Administração com a comissão parlamentar competente.
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