- O presidente do Conselho Europeu, António Costa, condenou a “violenta repressão” do regime iraniano contra os manifestantes.
- A UE está “ao lado dos corajosos iranianos”, afirmou Costa.
- Pedindo que o regime cesse a repressão, Costa garantiu apoio aos cidadãos que demandam direitos básicos, dignidade e liberdade.
- Os protestos no Irão começaram a 28 de dezembro, na capital Teerão, movidos por comerciantes e setores económicos afetados pela queda do rial.
- A contestação espalhou-se a dezenas de cidades do país, impulsionada pela elevada inflação.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, condenou a repressão violenta do regime iraniano aos manifestantes. A mensagem foi publicada na rede social X, onde Costa afirma que a UE está do lado dos iranianos que lutam pelos direitos básicos, dignidade e liberdade.
A contestação social no Irão começou a 28 de dezembro, com mobilizações de comerciantes e setores económicos afetados pela queda do rial e pela inflação elevada. Milhares de cidadãos incluíram-se nos protestos, exigindo mudanças políticas e económicas.
As manifestações entraram numa nova fase de expressão pública, com episódios de violência relatados entre forças de segurança e descrições de confrontos em várias cidades. Observadores destacam o impacto económico como fator de pressão para as ações.
A onda de protestos já se estende a dezenas de cidades no território iraniano, levando a comunidades locais a intensificar as ruas como espaço de reivindicação. A UE acompanha o desenvolvimento com atenção e tem reiterado a necessidade de proteção dos direitos humanos.
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