- O ministro da Defesa da Coreia do Sul, Ahn Gyu-back, disse que as acusações de Pyongyang são absolutamente falsas e que o Exército sul-coreano não utilizou drones como os mostrados pela KCNA.
- Ahn afirmou que nenhuma unidade sul-coreana realizou operações de voo nas datas indicadas por a Coreia do Norte.
- O presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, ordenou que o incidente fosse investigado, com possível cooperação com a Coreia do Norte.
- A Coreia do Norte afirmou que um drone sul-coreano violou o seu espaço aéreo no início do ano e prometeu que Seul “pagará um preço alto” pela ação.
- De acordo com Pyongyang, o drone, capturado no dia 04 de janeiro, tinha duas câmaras e recolheu imagens de áreas norte-coreanas ao longo de sete minutos, num suposto reconhecimento da zona.
Seul negou hoje ter lançado drones espiões para a Coreia do Norte, como alegado pela KCNA, agência estatal norte-coreana. O ministro da Defesa, Ahn Gyu-back, classificou as acusações de falsas e disse que as aeronaves citadas não correspondem aos drones usados pelo Exército sul-coreano.
Ahn afirmou ainda que nenhuma unidade sul-coreana efetuou voos nas datas mencionadas por Pyongyang. Apesar disso, o Presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, ordenou que o incidente fosse investigado, com possibilidade de participação de Pyongyang.
A Coreia do Norte alegou que um drone da Coreia do Sul violou o seu espaço aéreo no início do ano e prometeu retaliação. O porta-voz do Exército norte-coreano descreveu o objeto como veículo de vigilância com duas câmaras de vídeo, que supostamente recolheu imagens por sete minutos.
Investigações em curso
- Pyongyang citou o dia 04 de janeiro como data do suposto incidente, indicando que o drone foi rastreado perto de Hado-ri, Songhae-myon, Kanghwa, Incheon.
- A Coreia do Sul não confirmou as imagens, destacando a inexistência de operações de voo nas datas mencionadas.
- O caso abre espaço para uma possível cooperação bilateral na investigação, conforme sugestão de Ahn Gyu-back.
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