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Dono do bar onde morreram 40 pessoas na Suíça fica em prisão preventiva

Prisão preventiva do proprietário do bar suíço onde morreram 40 pessoas num incêndio na festa de Ano Novo; investigado por homicídio, lesão e incêndio por negligência

Jacques Moretti e a mulher à chegada do tribunal
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  • O proprietário do bar suíço, Jacques Moretti (49 anos), teve prisão preventiva decretada; a mulher, Jessica Moretti, ficou em liberdade.
  • O casal está a ser investigado por homicídio por negligência, lesão corporal por negligência e incêndio criminoso por negligência, após o incêndio ter deflagrado na festa de Ano Novo.
  • O fogo iniciou-se quando garrafas de champanhe com foguetes foram aproximadas do teto pelos funcionários, causando explosão e rápida propagação das chamas.
  • Morrem 40 pessoas e ficam 119 feridos, na maioria jovens, no espaço de diversão noturna.
  • Entre as vítimas está a portuguesa Fanny Magalhães, de 22 anos, que vivia na região de Crans-Montana. O bar já não era inspecionado desde 2019.

O proprietário do bar suíço onde ocorreu o incêndio que causou 40 mortes ficou em prisão preventiva, anunciou esta sexta-feira o tribunal. Jacques Moretti, 49 anos, está detido. A mulher dele, Jessica Moretti, foi libertada.

O casal é investigado por homicídio por negligência, lesão corporal por negligência e incêndio criminoso por negligência. Ambos foram ouvidos pelo Ministério Público de Sion, segundo a comunicação da BFm.

O fogo deflagrou durante a festa de Ano Novo no espaço de diversão noturna. As chamas teriam começado quando garrafas de champanhe com fogos de artifício foram colocadas perto do tecto. A explosão espalhou-se rapidamente.

A maioria dos clientes não conseguiu sair a tempo, resultando em 40 mortes, na sua maioria jovens. Pelo menos 119 feridos foram registados, muitos com queimaduras graves.

Entre as vítimas encontra-se Fanny Magalhães, portuguesa de 22 anos, que residia com os pais na região de Crans-Montana, onde os progenitores possuíam um estabelecimento junto à estância de ski.

Foi também divulgado, esta terça-feira, que o bar não recebia inspeções desde 2019. A falta de inspeção é apontada como elemento relevante para o inquérito.

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