- O homem suspeito de atropelar mortalmente Edviges Malarranha, de 88 anos, em Évora, a 27 de agosto de 2024, foi formalmente acusado.
- A idosa ia despejar o lixo quando foi colhida por um veículo que circulava entre 90 e 100 km/h numa rua com limite de 50; não houve prestação de auxílio.
- O condutor fugiu do local e só foi identificado dois dias depois, após os estragos visíveis na viatura.
- A acusação envolve homicídio por negligência e omissão de auxílio.
- A família da vítima, especialmente o filho João Peralta, diz exigir justiça e que o caso vá a julgamento.
Edviges Malarranha, de 88 anos, foi atropelada em Évora a 27 de agosto de 2024, quando ia despejar o lixo. O veículo circulava a velocidades entre 90 e 100 km/h, num local com limite de 50. O atropelamento ocorreu em condições climatéricas normais e a vítima foi encaminhada ao Hospital de Évora, onde morreu pouco depois. O condutor fugiu do local e não prestou auxílio.
Dois dias depois, o suspeito foi identificando, sobretudo graças aos danos visíveis na viatura. A investigação seguiu para confirmar responsabilidades e circunstâncias do acidente. A família da vítima manifestou revolta pela fuga do motorista e pela falta de apoio inicial.
Acusação formal
Foi formalmente acusado o homem suspeito de homicídio por negligência e omissão de auxílio. O arguido fica a aguardar julgamento, com a acusação a detalhar falhas graves de comportamento e de assistência.
Reação da família
A família de Edviges Malarranha afirmou que acidentes acontecem, mas que é crucial assumir a responsabilidade. O filho, João Peralta, disse estar satisfeito com a indicação de que o caso seguirá para tribunal, reforçando a exigência de justiça.
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