- A Ordem dos Farmacêuticos alerta para a necessidade de definir modelos de integração no SNS dos profissionais que vão terminar a residência farmacêutica com especialidade.
- A residência farmacêutica arrancou em 2023 e tem a duração de quatro anos, com formação teórica e prática.
- Este ano iniciaram o novo ciclo mais de 150 farmacêuticos, juntando-se a mais de 400 em formação nos anos já anteriores.
- Atualmente, cerca de 500 farmacêuticos estão a realizar a residência: ~400 em Farmácia Hospitalar, ~100 em Análises Clínicas e ~20 em Genética Humana.
- O tema foi apresentado numa sessão na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, com figuras da Ordem dos Farmacêuticos e de entidades ligadas à gestão e à residência.
A Ordem dos Farmacêuticos alertou esta quarta-feira para a necessidade de definir modelos de integração no Serviço Nacional de Saúde (SNS) para os profissionais que vão terminar a residência farmacêutica, conferindo-lhes uma especialidade.
A residência farmacêutica arrancou em 2023 e tem a duração de quatro anos, com formação teórica e prática. O programa permite especialidades em Análises Clinicas, Farmácia Hospitalar ou Genética Humana e tem registado elevada procura.
Mais de 150 farmacêuticos iniciaram, em janeiro, um novo ciclo, juntando-se aos mais de 400 já em formação. Atualmente, cerca de 500 estão na residência, repartidos por quatro anos: ~400 em Farmácia Hospitalar, ~100 em Análises Clínicas e ~20 em Genética Humana.
A sessão de lançamento do novo ciclo decorreu na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, com a presença do bastonário Helder Mota Filipe, do presidente da ACSS, André Trindade, e de Armando Alcobia, da Comissão Nacional da Residência Farmacêutica.
Para o bastonário, é essencial assegurar a capacidade do SNS de acolher recursos humanos qualificados, que contribuam para enfrentar problemas estruturais das unidades de saúde. A residência representa um investimento significativo para profissionais e para o SNS.
A Ordem dos Farmacêuticos afirma manter-se disponível para colaborar com as entidades competentes, contribuindo para soluções que reforcem a sustentabilidade do SNS e valorizem os farmacêuticos especialistas, visando melhorar a qualidade dos cuidados.
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