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Finge roubo de câmara na passagem de ano em Lisboa para acionar seguro

Jovem de vinte e um anos detido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) por simular roubo de câmara na passagem de ano para indemnização do seguro; admitiu a fábula e aguarda julgamento

Por a denúncia apresentar algumas incongruências, o homem foi inquirido e confrontado com alguns factos pelos polícias
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  • Um jovem de 21 anos foi detido pela PSP de Sintra após alegar ter sido vítima de roubo durante a passagem de ano em Lisboa, para acionar o seguro.
  • A narrativa dizia que filmava os fogos de artifício, foi empurrado por alguém desconhecido e ficou sem a câmara alegadamente roubada.
  • A investigação comprovou incongruências no relato; o jovem confessou que não foi vítima de roubo e que tinha perdido a câmara, tendo registado a ocorrência para receber indemnização.
  • Foi detido no dia 2 de janeiro por simulação de crime; foi libertado e notificado para comparecer em tribunal para o primeiro interrogatório.

Um jovem de 21 anos foi detido pela PSP de Sintra após alegadamente simular um roubo de câmara durante a passagem de ano em Lisboa, para acionar o seguro. A polícia descreve o caso como uma tentativa de indemnização indevida.

O incidente terá ocorrido quando ele afirmou ter sido empurrado por um desconhecido, durante a celebração de fogo de artifício, o que alegadamente levou à perda da câmara de filmar. O relato foi apresentado numa esquadra da PSP.

Durante a investigação, foram detetadas incongruências no depoimento. Confrontado com as inconsistências, o jovem acabou por admitir que não tinha sido vítima de crime, reconhecendo que tinha perdido a câmara e decidiu apresentar a queixa para obter indemnização.

Investigação e detenção

O suspeito foi detido no dia 2 de janeiro por simulação de crime. Ficou libertado posteriormente, ficando notificado para comparecer no tribunal competente para o primeiro interrogatório judicial.

A PSP não revela a identidade do jovem. O caso segue agora para a avaliação judicial, sem conclusões finais ainda retiradas pela autoridade. A força policial não adianta datas adicionais sem nova decisão.

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