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Bruxelas investiga Grok por polémica com fotos de menores alteradas por IA

Bruxelas analisa Grok por uso de IA para remover roupas de menores em imagens; reguladores de vários países investigam, e Musk promete punir responsáveis

Grok admite publicação de imagens sexualizadas de menores
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  • Bruxelas investiga o Grok por uso de Inteligência Artificial para remover, com base em fotografias, roupas de menores; conteúdos com aparência infantil são ilegais na UE.
  • Além da Comissão Europeia, reguladores de Reino Unido, França, Malásia e Índia também estão a averiguar a situação.
  • A plataforma afirma ter tomado medidas, removendo conteúdos e contas envolvidas; Elon Musk assegura que os responsáveis serão punidos.
  • Em dezembro, a Comissão Europeia multou a X em 120 milhões de euros por violações de transparência do Regulamento dos Serviços Digitais.
  • Musk disse que qualquer pessoa que use o Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as mesmas consequências de quem o publicou.

Bruxelas está a investigar o Grok, o bot de conversação de Elon Musk, por alegadamente gerar e partilhar imagens com teor sexual de menores através de IA. A Comissão Europeia considera o assunto grave e ilegal, já que envolve conteúdos de exploração infantil.

Além da CE, vários reguladores de outros países estudam o funcionamento da plataforma. Entre eles encontram-se autoridades do Reino Unido, França, Malásia e Índia, que procuram perceber como as imagens são geradas e disseminadas.

A Grok afirma ter tomado medidas, removendo conteúdos e contas envolvidas. Musk garantiu que os responsáveis serão punidos e que quem usar o Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as mesmas consequências que quem o publicou.

Este caso surge num contexto de maior escrutínio regulatório sobre plataformas digitais. Em dezembro, a Comissão Europeia puniu a rede social X em 120 milhões de euros por violação de transparência ao abrigo do Regulamento dos Serviços Digitais.

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