- Seguradoras contabilizaram 31 milhões de euros em danos provocados pela depressão Cláudia, que atingiu Portugal em novembro.
- Deste montante, 3,28 milhões de euros já foram pagos em indemnizações, e 27,75 milhões estão provisionados para garantir pagamentos futuros.
- Entre 12 e 16 de novembro foram reportados 9.772 sinistros cobertos por apólices no Continente e na Madeira.
- Quase 93% dos danos correspondem a seguros de habitação e a atividades comerciais e industriais.
- A Associação Portuguesa de Seguradores (APS), fundada em 1982, representa mais de 99% do mercado em volume de negócios e no quadro de empregos.
Os seguros portugueses registaram 31 milhões de euros em danos atribuídos à depressão Cláudia, que chegou a Portugal em novembro. O montante decorre de um inquérito da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) junto das associadas.
Conforme o comunicado da APS, 3,28 milhões já foram pagos em indemnizações, enquanto 27,75 milhões estão provisionados para assegurar o pagamento futuro. Os dados dizem respeito a sinistros ocorridos entre 12 e 16 de novembro.
Entre os 9.772 sinistros reportados no Continente e na Madeira, a grande maioria — acima de 93% — envolve seguros de habitação e de atividades comerciais e industriais.
Estrutura e participação do setor
A APS, fundada em 1982, reúne companhias de seguros e resseguros, cobrindo mais de 99% do mercado em termos de volume de negócios e de empregos.
Fonte: Lusa.
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