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Polícia finlandesa investiga nova ruptura de cabo submarino de telecomunicações

Nova ruptura de cabo submarino no Golfo da Finlândia leva a acusação formal de sabotagem contra navio interceptado com âncora submersa

Chefe do Departamento de Polícia de Helsínquia, Jari Liukku, na conferência de imprensa em que foram revelados detalhes do caso de ruptura de cabo submarino de telecomunicações
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  • A polícia finlandesa investiga uma possível ruptura de um cabo submarino de telecomunicações no Golfo da Finlândia, ligação entre a Finlândia e a Estónia.
  • Um navio suspeito foi interceptado após navegar com uma âncora submersa, com a Guarda de Fronteiras a identificar o navio e a encomendar patrulha e helicóptero ao local.
  • A procuradoria-geral apresentou uma acusação formal contra o navio, considerando provável crime grave de sabotagem e de interferência agravada nas comunicações.
  • Além da polícia e da Guarda de Fronteiras, participam na investigação as Forças Armadas finlandesas, a Alfândega, a Agência dos Transportes e Comunicações (Traficom) e o operador da rede eléctrica Fingrid, com cooperação de países vizinhos, nomeadamente a Estónia.
  • A situação insere-se num conjunto de incidentes em infraestruturas submarinas na região, já sob suspeita de sabotagens ligadas à Rússia desde o início da invasão da Ucrânia.

A polícia finlandesa investiga uma nova ruptura de cabo submarino de telecomunicações no Golfo da Finlândia, ligada a uma possível sabotagem. O incidente envolve a operadora Elisa e ocorreu na área marítima entre Finlândia e Estónia. A suspeita aponta para dano causado por um navio com âncora submersa, durante um patrulhamento de rotina.

A Guarda de Fronteiras identificou o navio suspeito e acionou uma embarcação de guarda-costas e um helicóptero para interceptação. Ao confirmar a presença da âncora submersa, a marinha procedeu à detenção do navio. A operação foi realizada em cooperação com autoridades nacionais.

A Procuradoria-geral apresentou uma acusação formal contra o navio, enquadrando o caso como crime grave de sabotagem e como interferência agravada nas comunicações. A investigação envolve várias entidades finlandesas e cooperação com países vizinhos.

Participam na averiguação a Polícia, a Guarda de Fronteiras, as Forças Armadas, a Alfândega, a Agência dos Transportes e Comunicações (Traficom) e a Fingrid, operadora da rede elétrica. A cooperação internacional foca sobretudo na Estónia.

O Presidente finlandês, Alexander Stubb, informou que as autoridades trocam informações com o governo estónio e mantêm a vigilância sobre infraestruturas críticas no mar Báltico. O Primeiro-Ministro Petteri Orpo confirmou contato com o seu homólogo estónio para coordenar a resposta.

Historicamente, a Finlândia tem registado incidentes em infraestruturas submarinas, incluindo o gasoduto Balticconnector e cabos de telecomunicações, com ligações suspeitas à intensificação de ações associadas ao Conselho de Defesa da Rússia desde o início da invasão da Ucrânia.

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