- O cancro de pele em cães e gatos é frequente, com tumores como carcinoma de células escamosas, mastocitoma e melanoma; o diagnóstico geralmente é por biópsia e o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia, imunoterapia ou quimioterapia.
- O risco aumenta com a exposição solar e pelagem clara; em gatos brancos, a probabilidade de desenvolver carcinoma de células escamosas é cerca de 13 vezes superior, sobretudo em orelhas, nariz e pálpebras.
- Em cães, o padrão de risco ocorre em áreas de pelo curto ou despigmentadas, como barriga, ponta das orelhas, focinho e dedos, especialmente em raças com pelagem clara.
- Sinais de alerta incluem feridas que não cicatrizam, crostas, nódulos, verrugas, áreas vermelhas ou com perda de pelo; a confirmação costuma ser via biópsia ou citologia aspirativa.
- Prevenção passa por evitar exposição direta ao sol nas horas de maior intensidade, usar película UV em janelas, e aplicar protetor solar específico para animais nas orelhas, focinho e barriga, sempre com orientação veterinária; campanhas como Dezembro Laranja ajudam a sensibilizar.
O cancro de pele em cães e gatos é uma preocupação cada vez mais presente, com tumores como CCE, mastocitoma e melanoma a tornar-se comuns. O diagnóstico costuma ser por biópsia, e as opções de tratamento vão desde cirurgia a radioterapia, imunoterapia ou quimioterapia. A prevenção passa pela redução da exposição solar.
Estudos indicam que a pele clara aumenta o risco de desenvolver tumores cutâneos, especialmente em áreas pouco protegidas como orelhas, nariz e pálpebras. Entre gatos brancos, o risco de carcinoma de células escamosas (CCE) pode ser 13 vezes superior ao de outras cores.
O CCE é particularmente frequente em felinos, surgindo muitas vezes em áreas sem pelos. Em cães, o padrão ocorre em regiões com pelo curto ou ausente, como focinho e orelhas. Em muitos casos, as lesões começam discretas e evoluem lentamente, o que reforça a importância do diagnóstico precoce.
Riscos por pelagem e zonas sensíveis
Os tutores devem ficar atentos a feridas que não cicatrizam, crostas, nódulos ou áreas com perda de pelo. A confirmação costuma ocorrer via biópsia ou citologia aspirativa. A detecção precoce facilita tratamentos bem-sucedidos, sempre determinados pelo tipo e localização do tumor.
Tratamento, diagnóstico e prevenção
As opções terapêuticas variam conforme o tumor, tamanho e localização. Cirurgia, crioterapia, radioterapia, imunoterapia ou quimioterapia são consideradas conforme o caso. Para prevenir, evita-se a exposição direta ao sol nos horários de maior intensidade e, em gatos, podem ser usadas películas com filtro UV em janelas. Em cães, aplicam-se protetores solares próprios para animais em áreas vulneráveis, sempre sob orientação veterinária. Campanhas como o Dezembro Laranja ajudam a aumentar a sensibilização sobre este tema.
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