- Em janeiro de 2026 as pensões mantêm o valor anterior; a atualização com retroativos entra em fevereiro.
- A atualização está baseada numa fórmula que combina o crescimento do PIB e a variação média do IPC sem habitação dos dois anos anteriores.
- O aumento mínimo de 2,02% aplica-se a pensões até 6.445,56 euros (quando não houve atualização adicional).
- O acréscimo para pensões até 1.074,26 euros é de 2,8%, com ganho mínimo de 9,29 euros para valores mais baixos; acima desse patamar, o aumento varia consoante faixas, desde 2,02% até 2,27% e 30,08 euros de piso.
- Além disso, há aumento de 2,8% no Indexante de Apoios Sociais (537,13 euros) e nos subsídios de incapacidade, de morte e de acidente de trabalho; o Complemento Solidário para Idosos aumenta 40 euros por mês; pode existir um bónus anual não permanente, dependendo das contas públicas.
As pensões vão aumentar em 2026, com um reajuste mínimo de 2,02% para valores até 6445,56 euros. A atualização usa uma fórmula que pondera PIB/IPC, com retroativos a janeiro, sendo paga em fevereiro. Em janeiro de 2026 mantêm-se os valores antigos.
A Portaria publicada no Diário da República define o aumento de 2,8% do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), fixado em 537,13 euros. Este valor serve de referência para várias prestações, incluindo as pensões de incapacidade, morte e acidente de trabalho.
Para os rendimentos até 1074,26 euros, o aumento é de 2,8%. No escalão entre 331,79 e 1074,26 euros, a subida mínima não pode ficar aquém de 9,29 euros. Entre 1074,26 e 3222,78 euros, o aumento é de 2,27%, com subida mínima de 30,08 euros. Valores acima de 322,78 até 6445,56 euros sobem 2,02%.
Detalhes das inclusões
A atualização de 2,8% aplica-se às pensões de invalidez, de doença e de acidente de trabalho, mantendo a mesma percentagem para o IAS. O Complemento Solidário para Idosos sobe em 40 euros mensais, conforme portaria publicada no mesmo diário oficial.
Há ainda a possibilidade de um bónus anual para pensionistas, dependente de contas públicas, mas não permanente. A medida depende da situação financeira do Estado e de aprovação parlamentar. Em 2026 não há confirmação de pagamento automático em definitivo.
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