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Médicos de urgência afirmam que as urgências dependem do seu trabalho

Médicos tarefeiros dizem que as urgências só funcionam graças ao seu trabalho; apontam exploração, ausência de férias e instabilidade contratual

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  • A associação dos médicos tarefeiros afirmou que as urgências hospitalares só funcionam graças ao trabalho dos prestadores de serviço.
  • A organização descreveu o atual modelo como uma forma de “exploração silenciosa” e normalizada.
  • Alegou que são os médicos tarefeiros que asseguram escalas, incluindo noites, fins de semana, feriados e épocas críticas.
  • Refira ainda que, além do aumento de infeções sazonais respiratórias, há menos profissionais de saúde disponíveis por férias ou pela conclusão da formação de internos.
  • A associação deixou um aviso para o próximo ano: não estarão disponíveis para manter condições que não correspondam à sua profissão e responsabilidade.

A associação que representa os médicos tarefeiros afirma que as urgências hospitalares só funcionam graças ao trabalho dos prestadores de serviço. O aviso foi feito hoje por meio de um comunicado da Associação de Médicos Prestadores de Serviço.

Os médicos tarefeiros asseguram escalas quando ninguém mais está disponível, dizem. Garantem noites, fins de semana, feriados e épocas críticas, mantendo as portas abertas ao longo do ano e o sistema operacional, mesmo em momentos de falha.

A associação sustenta que o aumento das infeções respiratórias sazonais aumenta as cedo às urgências, e que o número de profissionais de saúde está reduzido. Alegam combinação de férias, conclusão de formação de internos e atraso no início da actividade clínica especializada.

Contexto e reivindicações

A organização criada recentemente aponta que há menos médicos disponíveis por férias e pela transição entre estágios de formação. Consta que estas condições expõem a necessidade de profissionais tarefeiros para o funcionamento diário das urgências.

Para a associação, a importância do modelo atual contrasta com a percepção pública, pois as urgências dependem de médicos prestadores de serviço. A instituição sublinha a existência de uma prática recorrente de exploração silenciosa, que considera inaceitável.

A entidade avisa ainda que, para o próximo ano, não se dispõe a manter condições que não estejam alinhadas com a responsabilidade e o espírito de sacrifício dos médicos tarefeiros. O comunicado não faz menção a ações concretas.

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