- Trabalhadores dos bares dos comboios de longo curso entram no 17.º dia de greve, com adesão de 100%, segundo o sindicato.
- Alega-se que a ITAU não cumpre o Acordo de Empresa em vigor, que regista condições de funcionamento e compensação.
- Reivindicam escalas de oito horas diárias e 35 horas semanais, menos pagamento de fins de semana com 25% de acréscimo e subsídio de refeição diário de 11,50 euros e 13 euros.
- Exigem ainda diuturnidades de 20 euros cada, prémios de responsabilidade, subsídio de transporte e aumentos salariais para 2026.
- A Lusa tentou contactar a ITAU esta manhã, sem obter resposta até ao momento.
Os trabalhadores dos bares dos comboios de longo curso cumprem, esta terça-feira, o 17.º dia de greve em nove meses, com adesão de 100%, segundo o sindicato. A ação decorre contra o incumprimento do Acordo de Empresa pela empresa que gere o serviço.
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte explica que a luta visa o cumprimento das escalas de horários, mantendo a carga horária de 8 horas diárias e 35 horas semanais.
Reivindica ainda o pagamento de trabalho aos sábados e domingos com uma majoração de 25%, o subsídio de refeição diário, de 11,50 a 13 euros, e o pagamento de diuturnidades de 20 euros cada.
Além disso, o sindicato pede o pagamento de prémios de responsabilidade, subsídio de transporte e aumentos salariais dignos para 2026.
“O ITAU, que explora o serviço de refeições dos bares dos comboios Alfa Pendular e Intercidades desde abril de 2025, recusa-se a cumprir o AE em vigor,” afirma o sindicato.
A Lusa contactou a ITAU durante a manhã, mas até ao momento não obteve resposta.
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