- A Interpol coordenou uma operação com a PJ entre junho e novembro, com participação de 17 países, atuando na América Latina, Caraíbas e Europa.
- Foram detidas 85 pessoas procuradas internacionalmente, incluindo o alegado membro do PCC conhecido como Hulk, detido em Cascais com a mulher.
- Em Portugal foi detido um brasileiro identificado pela Interpol como Daniel Zago, suspeito de pertencer ao PCC, encerrando um corredor de tráfico de cocaína entre São Paulo e a Europa.
- Entre os detidos, 19 eram procurados por homicídio, 29 por tráfico de droga, 28 por crimes sexuais contra crianças e 7 por violação; outros foram detidos por tráfico de seres humanos, branqueamento de capitais e crimes relacionados a organizações criminosas.
- O diretor da Polícia Judiciária indicou que ligações a grupos de tráfico de droga do Brasil podem ter aumentado em Portugal, devido a fatores como a pressão brasileira, a proximidade e a língua.
A Interpol coordena, com a colaboração da Polícia Judiciária (PJ), uma operação que arrancou em junho e terminou em novembro, envolvendo autoridades de 17 países. Ao todo, 85 individuals foram detidos em seis meses, na América Latina, Caraíbas e Europa.
Entre os detidos, 19 eram procurados por homicídio, 29 por tráfico de droga, 28 por crimes sexuais contra crianças e 7 por violação. Outros casos incluem tráfico de seres humanos, branqueamento de capitais e crimes associados a organizações criminosas.
Em Portugal, foi detido um brasileiro identificado pela Interpol como Daniel Zago, suspeito de pertencer ao grupo PCC, contribuindo para desmantelar um corredor de tráfico entre São Paulo e Europa. A ação contou com dois mandados de detenção internacionais.
Detenção de membro do PCC em Cascais
Foi detido em Cascais, em novembro, um alegado membro do PCC conhecido como Hulk, juntamente com a sua mulher. A operação decorreu no âmbito de mandados emitidos pelo Brasil por associação criminosa, corrupção e branqueamento de capitais.
Segundo o diretor da PJ, Luís Neves, o fenómeno de ligações entre Portugal e grupos de tráfico brasileiro pode ter aumentado, em parte pela pressão brasileira contra o tráfico, pela proximidade geográfica e pela língua comum.
Entre na conversa da comunidade