- Entre 18 de dezembro e a véspera de Natal, a GNR registou 1.755 acidentes rodoviários, com nove mortes, 38 feridos graves e 433 feridos ligeiros, em todo o território.
- Foi fiscalizado um total de 55.244 condutores durante a operação, com 468 a conduzir com excesso de álcool e 272 detidos por alcoolemia igual ou superior a 1,2 g/l; 86 condutores foram detidos por conduzir sem habilitação.
- Ao todo, houve 8.580 contraordenações, destacando-se 1.330 por excesso de velocidade, 196 por álcool, 201 por falta ou utilização incorreta de cinto ou dispositivos de retenção, e 241 por utilização indevida do telemóvel.
- Existem ainda 1.098 infrações por ausência de inspeção periódica obrigatória e 349 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
- A GNR mantém o foco na fiscalização da condução sob influência de álcool e substâncias, velocidade excessiva, uso indevido do telemóvel, cinto e retenção de crianças, inspeção, seguro obrigatório e manobras de ultrapassagem e passagem.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) contabiliza 1.755 acidentes rodoviários entre 18 de dezembro e a véspera de Natal, com nove mortos, 38 feridos graves e 433 feridos ligeiros. O balanço foi divulgado pela força esta semana.
Ao todo, durante a operação “Natal e Ano Novo”, foram fiscalizados 55.244 condutores em todo o território nacional. Do universo inspecionado, 468 conduziam com excesso de álcool e 272 foram detidos por alcoolemia igual ou superior a 1,2 g/l.
Da operação resultaram 8.580 contraordenações, com 1.330 por excesso de velocidade, 196 por excesso de álcool e 241 por uso indevido do telemóvel. Registaram-se também 1.098 infrações por ausência de inspeção periódica obrigatória.
A GNR reforça a prioridade na fiscalização de condução sob influência de álcool e substâncias, velocidade excessiva, uso errado do telemóvel, cinto de segurança/retenção para crianças, inspeção obrigatória e existência de seguro.
Também alerta para que se mantenha a responsabilidade na condução, com especial atenção a manobras de ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem, que continuam a exigir rigor técnico e atitude cívica dos condutores.
Entre na conversa da comunidade