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Angola anuncia cobrança de taxa turística

Governo aprova taxa turística de cinco por cento sobre a diária, com limite de sete dias, para financiar o setor e atrair eventos de grande envergadura

Angola está a consolidar a aposta no turismo
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  • Angola vai cobrar taxa turística de cinco por cento sobre a diária nos empreendimentos hoteleiros, com limite de sete dias de permanência.
  • A medida foi aprovada pelo Governo angolano, sem indicar a data de entrada em vigor.
  • A taxa destina-se a financiar o setor e a atrair grandes eventos, inserida no programa Simplifica Turismo.
  • O Governo também reforça a Estratégia do Turismo de Eventos para incentivar investimentos de grande dimensão e atrair eventos nacionais e regionais.
  • No turismo marítimo, Angola aposta nos portos de Luanda, Namibe e Lobito para cruzeiros, com investimento no Aeroporto Internacional António Agostinho Neto (AIAAN) e num centro de conferências na zona da Chicala.

Angola aprovou a cobrança de uma taxa turística de 5% sobre a diária nos empreendimentos hoteleiros, com um limite de sete dias de permanência. A medida, anunciada pelo Governo, visa financiar o setor e atrair grandes eventos.

O ministro do Turismo, Márcio Daniel, afirmou que a taxa pode revolucionar o financiamento do turismo no país. O Governo não indicou a data de entrada em vigor, apenas que o prazo de estadia não deverá exceder uma semana.

A medida integra o programa Simplifica Turismo, que foca na simplificação de procedimentos na administração pública. Paralelamente, está em curso a Estratégia do Turismo de Eventos, para atrair investimentos de grande dimensão.

Turismos de Eventos e Infraestruturas

O ministro destacou a construção de um grande centro de conferências na zona da Chicala, ligado ao Aeroporto Internacional António Agostinho Neto, para facilitar a realização de eventos.

Foca-se ainda nos portos para cruzeiros, com investimentos em Luanda, Namibe e Lobito, para receber navios e ampliar o turismo marítimo do país.

Segundo o Governo, a estratégia pretende diversificar a oferta turística e posicionar Angola como destino de eventos regionais e internacionais, aproveitando infraestruturas existentes.

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