- O patriarca de Lisboa, Rui Valério, usou a mensagem de Natal para defender a dignidade de imigrantes e excluídos sociais.
- Disse que “ninguém é um número” e que cada pessoa tem uma dignidade que nenhuma circunstância pode apagar.
- Chamou a construir uma paz global a partir de atos de cuidado, compaixão e responsabilidade partilhada.
- Dirigiu o apelo a povos marcados pela guerra, pela violência e pelo medo, assegurando que não estão sozinhos.
- Defendeu que a paz deve nascer da transformação dos corações e de caminhos de proximidade no quotidiano, com gestos de ajuda às pessoas frágeis.
O patriarca de Lisboa, Rui Valério, recrutou a mensagem de Natal para reafirmar a defesa da dignidade de imigrantes e de pessoas excluídas, defendendo uma paz que brota da transformação interior e da proximidade entre pessoas. A intervenção ocorreu nesta quadra festiva, em tom de apelo à responsabilidade partilhada.
Valério sublinhou que nenhuma pessoa deve ser tratada como número, produto ou recurso descartável, destacando que cada rosto merece respeito e uma vida digna, independentemente da língua, da origem ou da história de cada um. O foco recai sobre a dignidade humana.
O prelado salientou a necessidade de construir uma paz que não se sustente na força, mas na transformação dos corações, dirigindo o apelo a regiões marcadas pela guerra, pela violência e pelo medo. A mensagem reforça o papel das comunidades em apoiar quem vive em contextos frágeis.
Durante a noite de Natal, o líder da diocese de Lisboa destacou que não se deve falar de esperança como conceito distante, mas sim abrir caminhos de proximidade e união no quotidiano. O recado é de cuidado, compaixão e responsabilidade partilhada, evitando exclusões.
Na comunicação, Valério agradeceu às organizações e pessoas que atuam com gestos de cuidado, lembrando as vidas frágeis que continuam a ser sustentadas por ações discretas de quem serve com fidelidade e ternura, longe dos holofotes.
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