Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

ULS do Tâmega e Sousa reconhece pressão alta e garante diálogo com internistas

ULS do Tâmega e Sousa reconhece elevadíssima pressão assistencial e implementa contingência: até 66 camas adicionais, camas contratualizadas externas e suspensão de cirurgia não urgente

ULS do Tâmega e Sousa reconhece “elevadíssima pressão” e garante diálogo com internistas
0:00
Carregando...
0:00
  • A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa reconhece elevadíssima pressão assistencial devido ao aumento de afluência de doentes e internamentos, mantendo diálogo permanente com internistas.
  • Medidas de contingência foram acionadas: abertura de áreas de contingência, até 66 camas adicionais, camas contratualizadas com setores social e privado e aumento da hospitalização domiciliária; a cirurgia programada não urgente foi suspensa temporariamente.
  • A situação enquadra‑se no nível 3 do plano de resposta sazonal de inverno, com reforço de equipas de apoio ao internamento por várias especialidades (pneumologia, infecciologia, endocrinologia, nefrologia) e enfermagem.
  • Médicos de Medicina Interna alertaram para condições inseguras/outros fora das enfermarias, tendo a administração sublinhado que a reorganização de equipas visa responder ao volume excecional de procura sem falta de compromisso dos profissionais.
  • A Federação Nacional dos Médicos indica regime de sobrecarga; os internistas dizem que não aceitarão manter doentes em condições irregulares, registo de 166 internados no Serviço de Medicina Interna na Unidade Padre Américo, Penafiel.

A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa (ULSTS) reconheceu estar sob uma elevadíssima pressão assistencial, associada ao aumento de doentes e internamentos. O diálogo com médicos internistas é permanente para gerir a situação.

A pressão é transversal ao Serviço Nacional de Saúde, refletindo o atual contexto de inverno. O Serviço de Medicina Interna alertou para sobrecarga e recusou acolhimento de doentes em condições inseguras fora de enfermarias ou unidades de transição.

Segundo a ULSTS, as categorias de afluência e internamento devem-se, sobretudo, a infeções respiratórias agudas e à descompensação de doenças crónicas. O organismo declarou estar no nível 3 do plano de resposta sazonal.

Medidas de contingência

Medidas foram acionadas, com abertura de áreas de contingência e funcionamento total das unidades de transição para internamento. Reforço de até 66 camas adicionais sob responsabilidade do Serviço de Medicina Interna.

Foi reforçada a capacidade externa por meio de contratualização de camas com setores social e privado para doentes agudos e crónicos. Também aumentou a hospitalização domiciliária para apoiar a gestão de doentes.

No plano de recursos humanos, as equipas de internamento tiveram reforço de médicos de várias especialidades, como pneumologia, infecciologia, endocrinologia e nefrologia, além de maior apoio de enfermagem.

A atividade cirúrgica programada não urgente foi temporariamente suspensa para libertar camas e equipas para doentes agudos, conforme protocolo do nível 3.

A posição dos médicos

A direção da ULSTS afirma que a resposta dos internistas reflete o elevado profissionalismo diante de condições adversas. O objetivo é reorganizar equipas e gestão partilhada durante o período crítico.

O plano de contingência foi criado para adaptar a organização de equipas e a gestão a este cenário, destacando a dificuldade do volume de procura e as limitações estruturais, não a disponibilidade de profissionais.

A administração assegura disponibilidade para reunir, ouvir e ajustar medidas, apoiando médicos no terreno e acionando novas ações para melhorar a prestação de cuidados.

Contexto externo

A Federação Nacional dos Médicos revelou que o internato funciona já em regime de sobrecarga, com pressão crítica sobre internamentos. Os médicos não aceitarão manter doentes em condições irregulares ou inseguras.

Foi destacado que, ao atingir o limite de 166 doentes internados no Serviço de Medicina Interna da Unidade Padre Américo, em Penafiel, não serão tomadas decisões que coloquem em risco a segurança dos doentes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais