- O Grupo SK (Sharing Knowledge) promove, há quase seis anos, a partilha de conhecimento e redes colaborativas para uma sociedade mais aberta e inovadora.
- Defende a ideia de uma nova inteligência coletiva que aumente a competência e o capital de confiança nos ecossistemas, inspirado em Geoff Mulgan, Charles Leadbeater, Karl Popper e Daniel Innerarity.
- A crise atual obriga a reposicionar agendas, reforçando a intercionalidade, a cooperação em rede e a partilha como base de soluções futuras.
- O Espírito SK permanece ativo, com foco estratégico, incentivando aprender com os outros e partilhar visões para enfrentar os desafios do tempo que vem.
- A partilha de informação é vista como processo colaborativo em rede, orientado para criar abordagens estratégicas centradas no valor, na inovação e na criatividade.
O Grupo SK, há quase seis anos, promove a partilha de conhecimento, inteligência coletiva e redes colaborativas. A crise atual obriga a reposicionar agendas, reforçando intercionalidade, cooperação em rede e a partilha como base de soluções futuras, mantendo o Spirit SK activo.
A iniciativa, inspirada em Mulgan, Popper e Innerarity, procura construir soluções inteligentes para o futuro. A expressão “We are what we share” resume a ideia, centrada na confiança entre ecossistemas e na abertura a novos modos de governance e cooperação.
A crise acelerou a necessidade de redes mais robustas. Mantém-se o objetivo de reforçar a dimensão interpessoal das relações humanas, potenciando aprender com os outros e partilhar visão e conhecimento. Tudo orientado para uma reflexão conjunta sobre os desafios emergentes.
Reposicionamento estratégico
O conceito de Spirit SK continua a valorizar o contributo simples e prático da partilha. A rede reage ao momento atual com foco em inovação, valor e criatividade como motores de diferenciação competitiva. A agenda passa a privilegiar cooperação e redes inter-regionais.
A ideia é que o conhecimento se construa de forma colaborativa, sem imposições. A partilha de informação mantém-se como ferramenta para identificar abordagens estratégicas para um tempo novo, onde a abertura e a cooperação definem o foco.
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