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Tribunal ordena remoção de cartazes do Chega dirigidos à comunidade cigana

Tribunal ordena retirada de cartazes do Chega dirigidos à comunidade cigana; Ventura cumpre para evitar multa, ante o risco de precedente grave para a atividade política

Cartazes. André Ventura obrigado a abandonar tribunal
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  • O Tribunal Cível de Lisboa ordenou a retirada dos cartazes do Chega com a frase “Os ciganos têm de cumprir a lei”, a pedido de seis associações da comunidade cigana.
  • A decisão foi tomada pela juíza Ana Barão e obriga a retirada dos cartazes, com o líder do Chega, André Ventura, a cumprir para evitar multa.
  • A audiência decorreu no Palácio da Justiça, em Lisboa, em duas sessões, e Ventura assumiu a autoria da mensagem em tribunal.
  • O dirigente afirmou que a decisão pode criar “precedente gravíssimo” e impactar a atividade política, defendendo que a campanha visava o debate sobre integração, não humilhar.
  • Os autores da ação sustentam que a permanência dos cartazes representaria risco jurídico significativo e consideram a mensagem incompatível com o Direito.

O Tribunal Cível de Lisboa ordenou, nesta terça-feira, a remoção dos cartazes do Chega com a frase Os ciganos têm de cumprir a lei. A ação foi movida por seis associações da comunidade cigana, em Lisboa.

A decisão foi proferida pela juíza Ana Barão, que considerou que os cartazes não podem permanecer afixados. André Ventura, líder do Chega, comprometeu-se a cumprir a ordem para evitar multa.

A audiência decorreu em duas sessões no Palácio da Justiça, em Lisboa, e Ventura declarou que assumiu a autoria da mensagem. O político avisou sobre o que entende ser um precedente grave para a atividade política.

Do lado das associações, o advogado Ricardo Sá Fernandes argumentou que a permanência dos cartazes implicaria um risco jurídico significativo. Sustentou que a mensagem exibida não é compatível com o Direito.

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