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Natal contempla quem mais vende JN e O Jogo

Notícias Ilimitadas homenageia quiosques com mais vendas em 2025, com carta do presidente e garrafa de Porto, realçando premiados e a continuidade da distribuição

Manuel Amaral Silveira acorda às 3.45 horas para receber os jornais
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  • A Notícias Ilimitadas premiou os quiosques com as maiores vendas em 2025, com uma carta assinada pelo presidente do Conselho de Administração, Domingos de Andrade, e uma garrafa de vinho do Porto Porto Cruz.
  • O mimo natalício integra uma iniciativa de agradecer o trabalho dos vendedores e reforçar o papel da imprensa impressa junto dos pontos de venda.
  • Destaques dos premiados incluem o Quiosque Arcada, em Fafe, de Rui Freitas, que herdou o negócio do pai e mantém a entrega desde a juventude.
  • Na Gaia, a Papelaria Ferma, dirigida por Armando Oliveira, celebra mais de vinte anos a distribuir o JN e o Jogo, com clientes estáveis e uma base que se renova.
  • Em Valongo, a Papelaria Nova Geração, de Daniel Dias, relembra a origem no bairro das Antas e nos Contumil, mostrando a continuidade da tradição de venda de jornais em papel.

A Notícias Ilimitadas premiou os quiosques com maior volume de vendas em 2025, entregando uma carta do presidente do Conselho de Administração, Domingos de Andrade, acompanhada de uma garrafa de vinho do Porto Porto Cruz. O mimo reconhece o desempenho dos vendedores ao longo do ano.

A iniciativa reforça a relação entre a empresa e os distribuidores, que mantêm viva a tradição de distribuir jornais impressos. A carta valoriza a palavra escrita e o papel de quem faz chegar as publicações aos leitores, enfatizando rigor e proximidade.

Retratos de premiados e história de quem recebe o reconhecimento compõem o conjunto de relatos que acompanha o prémio. O processo de entrega ocorreu nos pontos de venda, como parte de uma cerimónia que associou memória, serviço e continuidade da distribuição.

Arcada (Fafe)

Rui Freitas é o maior vendedor do Jornal de Notícias em 2025. O quiosque Arcada pertence-lhe desde 1988, em plena Praceta 25 de Abril. Rui acompanhava o pai na entrega desde os 13 anos.

Ele recorda longas jornadas de distribuição, sem falhar mesmo em mau tempo. A fidelidade dos clientes mantém o negócio ativo no centro de Fafe, onde o quiosque ocupa local privilegiado.

Papelaria Odete & Lídia (Porto)

Manuel Amaral Silveira, de 81 anos, começou a distribuir jornais aos oito. Regressou à atividade após a reforma, mantendo a banca onde tudo começou.

Manuel levanta-se às 3.45 horas e encara o dia até às 19 horas. Para ele, a chave é a relação com o cliente, que decide o sucesso nas vendas.

Papelaria Ferma (Gaia)

Armando Oliveira gere a distribuição há mais de 20 anos na freguesia de Canelas. A papelaria acumula 42 anos de existência, com uma clientela que persiste ao longo do tempo.

Armando destaca a importância de renovar gerações de leitores, sem abandonar o apego ao papel e à experiência sensorial da leitura em papel.

Papelaria Nova Geração (Valongo)

Daniel Dias começou a vender jornais aos 16 anos, nas Antas. Hoje lidera a Papelaria Nova Geração, em Alfena, mantendo vivo o espírito de família do negócio.

Daniel relembra os inícios com o pai e os depoimentos de clientes que deixavam jornais nos degraus de antigos campos de treino, reforçando a memória histórica do comércio.

Papelaria Santa Luzia (Mozelos)

Ana Valente, com 25 anos de experiência, descreve a atividade na Mozelos como um fio de continuidade. Ela também distribui jornais, mesmo durante a pandemia, aos cafés da zona.

A equipa da papelaria nota que muitos leitores continuam a preferir o papel, apesar da ascensão do digital, mantendo viva a relação com a comunidade.

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