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Polícia Judiciária detém formador desportivo suspeito de abuso sexual de menores

Detenção de formador de 22 anos em Alenquer por abuso sexual de menores e pornografia; prisão preventiva aplicada e investigação aponta para mais vítimas

Diário Criminal
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  • A Polícia Judiciária, Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, deteve, em Alenquer, um homem de 22 anos, suspeito de abuso sexual de menores dependentes ou em situação particularmente vulnerável, pornografia de menores e abuso sexual de crianças.
  • O suspeito é formador de uma modalidade desportiva extracurricular e acompanha crianças dos 6 aos 16 anos em competições.
  • Os crimes ocorreram entre abril e novembro deste ano, envolvendo dois rapazes de 11 e 14 anos, com perspetiva de existirem mais vítimas.
  • A denúncia partiu de um jovem praticante da modalidade, levando a diligências urgentes da polícia.
  • Ao arguido foi aplicada a prisão preventiva, a revelar à autoridade judiciária.

A Polícia Judiciária deteve, em Alenquer, um homem de 22 anos suspeito de crimes contra menores dependentes ou em situação vulnerável, incluindo abuso sexual, pornografia de menores e abuso sexual de crianças. A detenção ocorreu após a prática de crimes contra dois rapazes de 11 e 14 anos, entre abril e novembro deste ano, na sequência de investigações urgentes.

O suspeito atua como formador de uma modalidade desportiva extracurricular e acompanha crianças com idades entre 6 e 16 anos em competições. Durante o exercício das suas funções, ele também acompanha os formandos em idas a eventos desportivos, segundo a investigação.

A denúncia inicial terá partido de um jovem praticante da modalidade, o que levou a PJ a abrir diligências rápidas. As autoridades não divulgam detalhes adicionais sobre os fatos nem sobre as vítimas, mantendo o sigilo processual.

Detenção e medidas de coação

A autoridade judiciária recebeu o caso e aplicou prisão preventiva ao suspeito, no âmbito das diligências já em curso. A Polícia Judiciária da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo continua a investigar, com o objetivo de apurar a extensão dos factos e identificar eventuais outras vítimas.

A investigação permanece ativa, com a hipótese de existirem mais pessoas que possam ter sido lesadas. As autoridades não fornecem prazos nem previsões sobre o evoluir do processo, mantendo o foco na recolha de provas e na proteção de eventuais testemunhas.

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