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Phulia, orgulho dos vinhos de Viana, ganha destaque regional

Rita Sousa junta-se à enologia, impulsionando a expansão: cinco hectares, oito vinhos e 25 mil garrafas, com foco na exportação e reinvestimento dos lucros

João, Luís e Rita juntaram-se com o propósito de fazer vinhos diferenciadores, com novas experiências e abordagens enológicas. Anna Costa
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  • A história foca-se numa família de vignerons de Viana do Castelo, que começou há cerca de doze anos com 300 garrafas sem rótulo na garagem junto à casa dos pais.
  • No ano seguinte criaram a marca e dois vinhos (branco de loureiro e rosé de vinhão), com três mil garrafas, investindo em novas parcelas de vinha.
  • Hoje, o projeto envolve cinco hectares, oito parcelas, 25 mil garrafas e oito vinhos, com mais de um quinto destinados à exportação e o restante ao mercado interno, a um preço médio de cerca de 9 euros a garrafa.
  • A entrada de Rita Sousa para cuidar da enologia consolidou o triângulo fundador, expandindo parcelas, diversificando vinhos e adotando novas abordagens enológicas, com foco nos vinhos de Viana e na nova geração de Vinhos Verdes.
  • A produção mantém o carácter atlântico, reinveste todos os lucros na marca e procura dar novos protagonistas aos vinhos de Viana e à próxima geração de Vinhos Verdes.

A trajetória de Phulia, vinho de Viana do Castelo, é marcada pela ligação à terra, às tradições locais e à cooperação familiar. Tudo começou na vinha junto à casa dos pais, há cerca de doze anos, com 300 garrafas sem rótulo vinificadas na garagem.

O projeto ganhou identidade com a criação de uma marca, rótulos de amigos artistas e o lançamento de dois vinhos no ano seguinte: branco de loureiro e rosé de vinhão.

Hoje, o triângulo fundador mantém o espírito vignerons, cultivando as vinhas e produzindo na própria adega. O foco é reforçar a qualidade para o mercado interno, mantendo o carácter atlântico e a reinvestimento de lucros na marca.

Expansão e enologia sob Rita Sousa

A entrada de Rita Sousa deixou claro o aprofundar da enologia no projeto. O trio fundador mantém a parceria firme, consolidando o papel de Rita na direção técnica. O objetivo é criar vinhos diferenciadores com novas experiências enológicas.

A produção expandiu-se para cinco hectares, repartidos por oito parcelas. São 25 mil garrafas de oito vinhos, com mais de 20% destinadas à exportação. O restante serve o mercado interno, com preço médio próximo dos 9 euros por garrafa.

Identidade e localização atlântica

As vinhas situam-se entre a margem direita do Lima e a meia encosta. O aroma fresco e salino do Atlântico influencia a identidade dos vinhos. O projeto mantém a filosofia de reinvestir lucros para fortalecer a marca e promover a nova geração de Vinhos Verdes.

Este conteúdo integra a edição n.º 18 da revista Singular, do PÚBLICO, com apoio da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. A Singular é editada com total independência e responsabilidade editorial.

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