- O número de mortos subiu para 1.003, com 218 desaparecidos, mais de 5.400 feridos e 1,2 milhões de pessoas ainda em abrigos temporários.
- O custo de reconstrução é estimado em 2,6 mil milhões de euros (2,6 mil milhões de euros).
- As inundações e deslizamentos atingiram Sumatra do Norte, Sumatra Ocidental e Aceh há cerca de duas semanas.
- O Governo é criticado por não ter declarado desastre nem pedido ajuda internacional; Sri Lanka pediu assistência externa.
- O presidente Prabowo Subianto visitou as zonas afetadas, apontando avanços na reabertura de estradas e dizendo que pontes já estão operacionais em algumas áreas.
A atualização mais recente aponta 1.003 mortos, 218 desaparecidos e mais de 5.400 feridos. Cerca de 1,2 milhões de habitantes permanecem em abrigos, após inundações e deslizamentos que atingiram Sumatra do Norte, Sumatra Ocidental e Aceh há cerca de duas semanas. O custo estimado para reconstrução é de 2,6 mil milhões de euros.
As inundação e os deslizamentos causaram danos significativos à infraestrutura, com estradas e pontes afetadas e comunidades deslocadas em toda a região.
O Governo indonésio enfrenta críticas por não ter declarado estado de catástrofe natural nem pedido ajuda internacional. A coordenação e a mobilização de recursos foram questionadas pela oposição e por organizações de socorro.
Hoje, o Presidente Prabowo Subianto visitou as áreas afetadas, reconhecendo problemas e avaliando a resposta. Disse que as condições variam por localidade e que serviços e mantimentos são, em geral, suficientes.
Segundo o Presidente, há atrasos pontuais devido às condições naturais e físicas, mas as inspeções ocorreram em Langkat, Takengon e Bener Meriah. Em Takengon, a prioridade é reabrir estradas de acesso e na ponte de Bener Meriah, afirmou.
A visita ocorreu a partir da base aérea de Soewondo, na região de Sumatra do Norte, com participação de autoridades locais e equipes de resgate. O governo afirmou manter o foco na assistência às populações mais isoladas.
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