- A Câmara de Lisboa aprovou a nova administração da Carris, com Rui Lopo a presidir a empresa.
- A câmara designou o presidente da autarquia como representante na assembleia-geral e nomeou Ana Paula Carioca (vice-presidente) e Francisco Pinto Machado (vice-presidente) da Carris.
- A equipa inclui Mariana de Sousa Costa (vogal executiva) e Teresa Passo de Sousa (vogal não executiva); a Mesa da assembleia-geral fica com Helena Pires Coelho (presidente), Pedro Brito Dinis (vice-presidente) e José Miguel Bibe (secretário).
- A votação foi de 11 votos a favor e 3 abstenções; o presidente Moedas explicou a escolha de Rui Lopo como gestor com experiência no setor de mobilidade.
- Reacções diversas (PS, Chega, PCP, Livre, BE) destacaram a necessidade de esclarecer o acidente do Elevador da Glória, que causou 16 mortos e mais de 20 feridos em 3 de setembro.
A Câmara de Lisboa aprovou a nova administração da Carris, após o acidente do Elevador da Glória em 3 de setembro. Rui Lopo foi escolhido para presidir a empresa, com o presidente da câmara a representar a autarquia na assembleia-geral. Ana Paula Carioca e Francisco Pinto Machado ficam como vice-presidentes.
A equipa inclui Mariana de Sousa Costa como vogal executiva e Teresa Passo de Sousa como vogal não executiva. A votação fechou com 11 votos a favor e 3 abstenções. Moedas justificou a escolha de Lopo pela experiência no setor da mobilidade.
Diversas forças políticas reagiram, pedindo esclarecimentos sobre o acidente e a sua gestão. PS, Chega, PCP, Livre e BE destacaram a necessidade de explicações adicionais e responsabilização político-institucional onde for relevante.
Reacções e contexto
O PS esclareceu que a ausência na votação não visa as pessoas indicadas, mas o modo como se geriu o processo. O Chega afirmou que há mudanças necessárias na Carris, mantendo a linha de que inquéritos não devem ser comprometidos. O PCP sinalizou críticas à gestão pública da Carris.
O Livre votou a favor de Rui Lopo, referindo a necessidade de liderança firme e apoio político para reformas. O BE criticou a nomeação sem esclarecer erros identificados pelo GPIAAF e exigiu respostas sobre falhas que possam ter contribuído para a tragédia.
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