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Homem detido por suspeitas de sedição no caso do incêndio em Hong Kong

Detido em Hong Kong, homem de 71 anos enfrenta prisão por publicar materiais sediciosos e obstrução a investigações — primeira acusação desse tipo; ADN é usado para identificar restos do incêndio que ceifou 159 vidas

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  • O Departamento de Segurança Nacional de Hong Kong deteve um homem de 71 anos, suspeito de publicar materiais sediciosos, numa operação ligada à lei de segurança nacional.
  • O homem é acusado de obstruir investigações que ponham em risco a segurança nacional; esta é a primeira vez que a acusação de obstrução é apresentada no território.
  • A detenção ocorreu no domingo, em Sheng Shui, nos Novos Territórios, a cerca de dez quilómetros de Tai Po.
  • O incêndio no Wang Fuk Court, registado a 26 de novembro, provocou pelo menos 159 mortos; 19 corpos ainda não foram identificados e há 31 pessoas desaparecidas.
  • A polícia contactou famílias para recolha de amostras de ADN visando identificar restos mortais; cerca de 100 famílias já foram contactadas, com resultados potenciais a demorar semanas.

Um homem de 71 anos foi detido pela Polícia de Segurança Nacional de Hong Kong, sob suspeita de publicar materiais sediciosos e de obstruir investigações. A detenção ocorreu no domingo, em Sheng Shui, nos Novos Territórios, a cerca de 10 quilómetros de Tai Po.

Segundo o Departamento de Segurança Nacional, o suspeito também terá manifestado comentários sediciosos ligados ao incêndio de Wang Fuk Court, ocorrida a 26 de novembro, que matou pelo menos 159 pessoas. Esta é a primeira acusação de obstrução apresentada no território.

Investigação e identificações

Na segunda-feira à noite, o Governo informou que as famílias das pessoas dadas como desaparecidas foram contactadas para recolha de amostras de ADN, com o objetivo de identificar restos mortais. Dos 159 corpos encontrados, 19 permanecem não identificados e 31 continuam desaparecidos.

As autoridades indicaram que as buscas continuam na área em redor dos edifícios e junto ao andaime que desabou. Não foram reportados novos vestígios até ao momento. Fontes citadas pelo South China Morning Post apontam que cerca de 100 famílias já foram contactadas e perto de uma dúzia forneceu amostras de ADN.

Uma das entrevistadas, identificada pelo apelo familiar como Chan, disse ao jornal que os resultados poderão demorar várias semanas, devido à complexidade das análises e à comparação de amostras. As informações oficiais não incluem prazos definitivos.

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