- O cinema português em 2025 apresenta diversidade de títulos, com filmes de prestígio, adaptações literárias e propostas de invenção cinematográfica.
- Justa, de Teresa Villaverde, chegou às salas há uma semana, marcando a atualidade do cinema nacional.
- A programação em exibição inclui Banzo; A Savana e a Montanha; A Vida Luminosa; Sob a Chama da Candeia; On Falling; O Riso e a Faca; Lavagante.
- O conjunto oferece um menu variado que abrange o filme de prestígio, o cinema-mundo, a adaptação literária e a invenção.
Foi anunciada a atualidade do cinema português em 2025 com uma diversidade de títulos em exibição. Justa, o filme de Teresa Villaverde, chegou às salas há uma semana, marcando uma presença importante no repertório nacional.
A chegada de Justa completa um conjunto de obras que já compõem o cartaz do ano. Entre os títulos em circulação destacam-se Banzo, de Margarida Cardoso, A Savana e a Montanha, de Paulo Carneiro, e A Vida Luminosa, de João Rosas.
Outros filmes em competição no ano incluem Sob a Chama da Candeia, de André Gil Mata, On Falling, de Laura Carreira, O Riso e a Faca, de Pedro Pinho, e Lavagante, de Mário Barroso. O conjunto oferece uma seleção variada, do cinema de prestígio a propostas mais experimentais.
Novas estreias e cartel em 2025
Justa, de Teresa Villaverde, estreou há uma semana nos cinemas, trazendo uma leitura contemporânea de temas sociais. A nova produção convive com propostas de adaptação literária e de invenção cinematográfica, que caracterizam o panorama atual.
O cartaz mantém uma linha de diversidade, com filmes que vão do acesso ao público mais amplo a obras mais arrojadas. A seleção reforça a ideia de um cartel à la carte, com títulos para diferentes gostos e ritmos de rodagem.
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