- A Entidade Reguladora da Saúde alertou nesta terça-feira para os riscos das ecografias emocionais.
- As ecografias devem ocorrer apenas em contexto clínico e não com fins recreativos, como a mera visualização do feto.
- Reclamações de utentes indicam a prática de ecografias não diagnósticas designadas como “emocionais” ou “3D/4D/5D” para oferecer uma experiência visual e sentimental.
- Esses procedimentos desvirtuam a finalidade clínica e expõem desnecessariamente o feto a ultrassons.
- A entidade reforça o apelo para que as ecografias sejam realizadas apenas quando clinicamente relevantes.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) reforçou, nesta terça-feira, o aviso sobre os riscos das ecografias emocionais. Elas devem ocorrer apenas em contexto clínico, não com fins recreativos ou para mera visualização do feto.
O alerta resulta de várias reclamações de utentes sobre ecografias não diagnósticas designadas como emocionais ou 3D/4D/5D, que visam oferecer uma experiência visual e sentimental às grávidas e às famílias.
A ERS sublinha que estas práticas expõem o feto a ultrassons sem necessidade clínica, desvirtuando o objetivo médico da intervenção.
Contexto e recomendações
As ecografias devem ser solicitadas por profissionais de saúde no âmbito de diagnóstico ou monitorização da gestação, apenas quando há benefício clínico claro.
Não são mencionadas sanções específicas, mas o regulador volta a apelar ao cumprimento de normas de proteção de pacientes e de boa prática clínica.
O aviso não aponta entidades específicas, mas aponta para práticas de clínicas privadas que promovem ecografias não diagnósticas com fins meramente visuais ou sentimentais.
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