- Em Coimbra, há muitos prédios devolutos na Baixa com risco de desmoronamento, e proprietários já foram notificados com carácter de urgência.
- Na noite de sábado derrocou um prédio devoluto na Rua da Fornalhinha, afetando um edifício habitado na Rua das Padeiras; 14 pessoas entre 7 e 45 anos foram realojadas em dois hotéis da cidade.
- A Câmara Municipal de Coimbra afirma que continua a acompanhar a situação, a emitir notificações e que recorrerá às medidas legais cabíveis, incluindo posse administrativa ou expropriação, se os proprietários não responderem.
- A presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, lembra que os prédios devolutos são uma prioridade e que o município assumirá responsabilidades caso os proprietários não o façam, para devolver a Baixa a um ambiente seguro.
- Os serviços municipais, proteção civil, bombeiros e a PSP estiveram no local desde o início; o proprietário do prédio devoluto envolvido tem acompanhado os procedimentos.
Na Baixa de Coimbra, um prédio devoluto desabou na noite de sábado, atingindo um edifício habitado. O incidente ocorreu por volta das 22h, na Rua da Fornalhinha, e provocou o realojamento de 14 pessoas, entre 7 e 45 anos, em dois hotéis da cidade. A Proteção Civil municipal coordena a resposta.
A presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, confirmou que existem muitos prédios devolutos na zona antiga e que há risco real de desmoronamento nalguns casos. Foi iniciado um levantamento da situação, com notificações urgentes a todos os proprietários.
As autoridades vão manter o acompanhamento da situação e avançar com as medidas legais cabíveis se os proprietários não responderem atempadamente. Entre as opções estão a posse administrativa do imóvel e, em última instância, a expropriação.
Acompanhamento e responsabilidades
Os serviços municipais estiveram no local desde o início, com a Proteção Civil, os Bombeiros e a PSP a atuar de forma coordenada. O proprietário do prédio devoluto afetado deslocou-se ao local para acompanhar os procedimentos.
As famílias realojadas recebem apoio durante o período de afastamento, com foco na minimização de constrangimentos. O município garante transparência e promete assegurar que a Baixa regressa a ser um espaço seguro, vivo e funcional.
Embora reconheça responsabilidades de proprietários e da autarquia, a autarquia reforça que tomará medidas para proteger pessoas e bens caso haja atraso no cumprimento das obrigações. A situação continua a ser acompanhada pelas autoridades locais.
Entre na conversa da comunidade