- O Ministério Público pediu à Assembleia da República o levantamento da imunidade parlamentar de André Ventura, líder do Chega, para o constituir arguido e ouvi-lo no âmbito de uma queixa por difamação apresentada por Joaquim Pinto Moreira.
- Pinto Moreira, ex-deputado do PSD e ex-presidente da Câmara de Espinho, acusa Ventura de proferir declarações com a “intenção de ofender a honra” na entrevista à SIC, em março deste ano.
- As declarações de Ventura teriam alegadamente responsabilizado Pinto Moreira por receber “dinheiro para fazer obras” e por “trocar obras por presentes”.
- O Chega informou que Ventura não se opõe ao levantamento da imunidade, que será analisado pela Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados e later será votado em plenário.
- Pinto Moreira está relacionado com o processo Vórtex e já foi acusado de crimes de corrupção passiva agravada, tráfico de influências e violação de regras urbanísticas por funcionário.
O Ministério Público pediu à Assembleia da República o levantamento da imunidade parlamentar de André Ventura, líder do Chega, para o constituir arguido e ouvi-lo. A queixa vem de Joaquim Pinto Moreira, ex-deputado do PSD e ex-presidente da Câmara de Espinho, por difamação.
O pedido destina-se a permitir que Ventura seja ouvido no âmbito de uma queixa relacionada a declarações proferidas numa entrevista à SIC, em que o líder do Chega terá alegado ter recebido dinheiro para obras e ter trocado obras por presentes.
Joaquim Pinto Moreira afirma ter sido alvo de imputação de atos corruptos com clara intenção de ofender a honra. Pinto Moreira está envolvido no caso Vórtex, com acusações de corrupção passiva agravada, tráfico de influências e violação de regras urbanísticas por funcionário. A assessoria do Chega informou que Ventura não se oporá ao levantamento, que seguirá para a Comissão de Transparência e, depois, para o plenário. Fonte: Lusa.
Entre na conversa da comunidade