- Crise de sucessão após a morte de D. Sebastião em 1578 levou à ocupação espanhola entre 1580 e 1640, iniciando a Dinastia Filipina.
- Durante o domínio espanhol, Portugal enfrentou perda de autonomia, impostos elevados e presença constante de autoridades estrangeiras.
- A revolta culminou em 1 de dezembro de 1640, com a proclamação da independência e o início da Casa de Bragança.
- O feriado de 1 de dezembro foi encerrado em 2013 pelo governo, e recolocado em 2016 pelo governo socialista.
- Este artigo, que recapitula os factos, foi publicado em 1 de dezembro de 2023.
A Revolta de 1640 representou o marco da recuperação da independência de Portugal após a crise de sucessão que se seguiu à morte de D. Sebastião, em 1578. O domínio espanhol (1580-1640) terminou com a aclamação de D. João IV, inaugurando a Casa de Bragança. O movimento contou com apoio da nobreza e parte da população, resultando na libertação do país.
Durante o período de ocupação, Portugal enfrentou perdas de autonomia, impostos elevados e presença de autoridades estrangeiras. A agência de resistência encontrou terreno fértil na desagregação causada pela Guerra dos Trinta Anos, levando à proclamação da independência em 1 de dezembro de 1640 e ao retorno à soberania nacional.
Contexto histórico
No texto original, a data de 1 de dezembro ficou associada ao feriado civil mais antigo ainda em vigor no país, com comemorações na segunda metade do século XIX e durante a Primeira República e o Estado Novo. Em 2012, o governo de Passos Coelho decidiu extingui-lo a partir de 2013, decisão revogada em 2016 pelo governo de António Costa.
Feriado de 1 de dezembro
O artigo de referência nota que a reposição do feriado ocorreu em 2016 e que a publicação se deu em 1/12/2023. A matéria contextualiza a continuidade histórica da data na memória pública e as mudanças administrativas associadas, sem emitir juízo sobre as decisões políticas.
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