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Diagnóstico de AVC mais rápido e preciso

Análise de ondas cerebrais com IA pode diagnosticar AVC mais rápido e com mais precisão, num dispositivo portátil para ambulâncias, reduzindo sequelas

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  • A investigadora Victoria Leiro, do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, está a desenvolver uma tecnologia para diagnosticar AVC mais depressa e com maior precisão através da análise de ondas cerebrais.
  • A abordagem combina sensores de ondas cerebrais com algoritmos de inteligência artificial para interpretar dados em tempo real de forma não invasiva.
  • O objetivo é um dispositivo portátil, utilizável em ambulâncias e unidades de emergência, que permita diagnóstico imediato e decisão clínica rápida.
  • O projecto resulta de uma colaboração multidisciplinar entre neurologistas, engenheiros e especialistas em inteligência artificial, com testes já em modelos experimentais e planos para estudos clínicos.
  • Caso tudo corra como previsto, nos próximos anos a tecnologia poderá estar disponível, contribuindo para intervenções mais rápidas, menos sequelas e maior probabilidade de recuperação.

Victoria Leiro, investigadora do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (IMM), está a desenvolver uma tecnologia para diagnosticar AVC de forma mais rápida e precisa. A pesquisa foca-se na análise de ondas cerebrais, que fornecem informações sobre o estado do cérebro.

A equipa envolve neurologistas, engenheiros e especialistas em inteligência artificial. O objetivo é criar um dispositivo portátil que possa ser utilizado em ambulâncias ou em unidades de emergência, facilitando o diagnóstico imediato.

A investigação, ainda em fases experimentais, já testou a abordagem em modelos. Em breve, pretende avançar para estudos clínicos com pacientes, buscando validação em contexto real.

Colaboração multidisciplinar e próximos passos

A técnica combina sensores de ondas cerebrais com algoritmos de IA para interpretar dados em tempo real, permitindo decisões clínicas mais rápidas. Se bem sucedida, a tecnologia poderá reduzir sequelas e melhorar as taxas de recuperação.

Caso tudo corra conforme planeado, o dispositivo poderá estar disponível em poucos anos, contribuindo para diagnósticos mais precisos de AVC e para intervenções mais rápidas em serviços de emergência.

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