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Influenciadores enfrentam alto risco, diz Inês Mendes da Silva

A directora executiva da Notable alerta que ser influenciador é uma profissão de alto risco, num setor em rápida expansão, estimado em 500 mil milhões de dólares até 2027

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  • Inês Mendes da Silva é a CEO da Notable, agência de comunicação de Lisboa, responsável pela imagem pública de figuras como Cristina Ferreira, Rita Pereira e João Baião, entre outros.
  • A Notable já geriu a presença digital de várias personalidades, com a própria Inês a ter 128 mil seguidores no Instagram.
  • Ela foi a sétima convidada do podcast A Vida Não é o Que Aparece, onde fala sobre a evolução das redes sociais e o acesso direto ao público.
  • O marketing de influência deverá atingir cerca de 500 mil milhões de dólares em 2027, segundo o Goldman Sachs, o que traduz um crescimento relevante neste setor.
  • Inês destaca a responsabilidade de quem tem grande alcance nas redes e admite que o ódio nos feeds pode levar a autocensura, descrevendo a profissão como de alto risco.

Inês Mendes da Silva, CEO da Notable, é a sétima convidada do podcast A Vida Não é o Que Aparece. A responsável pela gestão de imagem de figuras como Cristina Ferreira, Carolina Patrocínio, Júlio Isidro e Pedro Teixeira falou sobre o que envolve ser influenciador e o risco da profissão.

A Notable atua como agência de comunicação em Lisboa, com presença digital marcada. Mendes da Silva fundou a empresa e gere nomes com milhões de seguidores, mantendo a atuação centrada nas redes sociais, ao lado da imprensa tradicional.

Entre os dados partilhados, a executiva recorda a evolução das redes, antes de existirem manuais de uso, e a necessidade de o público ter acesso direto aos fãs sem o filtro mediático. O fenómeno de influenciadores criou novas profissões ligadas ao digital.

Olhando para o mercado, o interesse pelo influencer marketing é crescente. O banco Goldman Sachs estima que o setor pode chegar a 500 mil milhões de dólares em 2027, sinalizando impacto económico relevante. Na Notable, há titulares com milhões de seguidores que assumem grande responsabilidade.

Mendes da Silva afirma que os influenciadores devem ser uma voz activa, mesmo perante o ódio que aparece online. Indica que a empatia tende a diminuir e reconhece a tentação de autocensura quando o feed é agressivo. A profissional descreve a profissão como de alto risco.

Contexto profissional

A CEO enfatiza o papel de gerir a imagem pública sem intermediação direta da imprensa. Conta com experiência em várias agências de comunicação e sublinha a importância da pegada digital para figuras públicas.

Riscos e responsabilidades

A interview aborda a responsabilidade associada a ter milhões de seguidores. Mendes da Silva explica que o comportamento online pode ter consequências reais para marcas e reputações, reforçando a necessidade de gestão cuidadosa da comunicação.

Siga o podcast A Vida Não é o Que Aparece para ouvir o episódio completo, disponível semanalmente às terças no Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas.

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