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Digi: prioridade para 2026 cobre o Metro de Lisboa

Digi exige solução temporária para cobertura de rede no Metro de Lisboa até 2026, após falha de acesso às linhas Amarela e Verde

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  • A Digi definiu a resolução do acesso às estações do Metro de Lisboa como prioridade para 2026, após enfrentar dificuldades desde a entrada no mercado em 2024.
  • A operadora pediu uma solução temporária para que os clientes tivessem rede no Metro, mas o pedido foi negado pela antiga administração; há expectativa de negociação com a nova administração.
  • A Digi critica o tratamento recebido em Lisboa em comparação com o Porto, onde o sistema já funciona; a empresa aponta que o acesso envolve a Meo, que gere o sistema no Metro de Lisboa.
  • A administração do Metro de Lisboa viu a possibilidade de uma solução temporária com consumo energético semelhante ao de uma lâmpada, com a Digi a estimar entre um a dois meses para implementação, dependendo de autorização e coordenação com o Metro.
  • A Digi afirma que não vai aumentar preços em 2026 e continua a expandir a rede, com mais de quatro mil sites 4G ativos e 2,6 mil com cobertura 5G, prevendo acrescentar mais de quinhentos sites este ano; não divulga valores de investimento para 2026.

A Digi mantém o foco na melhoria do acesso à rede no Metro de Lisboa, mais de um ano após entrar no mercado português. A operadora pediu cobertura de rede móvel no lançamento, em 2024, mas o objetivo não foi alcançado. A prioridade atual é encontrar uma solução temporária para as estações.

Os responsáveis da Digi consideram a cobertura no Metro de Lisboa como crucial e indicam que as negociações começaram há cerca de três anos. A administração do Metro já respondeu, mantendo posições anteriores. A Digi afirma que foi tratada de forma diferente em Lisboa em relação ao Porto, onde o sistema já funciona.

Dados e perspetivas da empresa

Valentin Popoviciu, chefe de estratégia e diretor de operações, sublinha que a forma de acesso às infraestruturas não foi razoável. Em Lisboa, a Digi não pode ter o seu próprio sistema, sendo o acesso partilhado com outros operadores. A Meo gere o sistema e o acesso de terceiros, segundo a Digi.

A Digi afirma que o Metro de Lisboa afirma ter entregue apenas uma solução dependente da Meo, o que não satisfaz a empresa para já. Popoviciu lembra que, no Porto, a cobertura já existe, fortalecendo o argumento de assimetria entre cidades. Existem ainda as linhas Amarela e Vermelha sob avaliação.

Pedido de solução temporária

A Digi solicita à nova administração do Metro de Lisboa uma solução temporária que permita aos clientes aceder à rede dentro das estações. O pedido anterior terá sido negado pela gestão anterior; a empresa afirma que a espera pela nova administração começa agora.

Popoviciu avança que a solução pretendida exigiria energia equivalente a uma lâmpada e descreve caixas físicas modestas para o funcionamento temporário. Não há data definida para a reunião com o novo conselho, embora já tenham pedido encontro.

Perspetivas de implementação

Segundo o responsável, a implementação da solução temporária poderia decorrer num a dois meses, dependendo da cooperação entre Digi, o Metro e uma equipa dedicada do operador. A Digi aponta que a limitação é do Metro de Lisboa e não da operadora.

Metas para 2026 e investimentos

A Digi afirma não prever aumentos de preço em 2026 para TV, internet, voz ou mobile, mantendo o compromisso de tarifas reduzidas. Em 2025, a rede já contemplava mais de 4.600 sites 4G, com 2.600 operando também com 5G, e prevê a instalação de mais de 500 sites neste ano.

Investimento sem números detalhados

A empresa não revelou valores de investimento para 2026, limitando-se a dizer que é uma janela financeira elevada e que o montante é de centenas de milhões de euros. A Digi sustenta que esses números não são relevantes para os consumidores, mantendo o foco na disponibilidade de serviços.

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