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Hoti Hotéis volta a mirar Espanha para expansão

Hoti Hotéis mantém Espanha no radar de expansão, sem negócio fechado, enquanto reforça investimentos em Moçambique e Angola e mira receitas de 130 milhões de euros em 2026

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Hoti Hotéis mantém Espanha no radar para a expansão
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  • A Hoti Hotéis mantém a Espanha no radar para expansão, com opções em Galiza e interesse em Vigo no passado, mas sem projetos em curso no momento.
  • Em Moçambique, onde gerem o Meliá Maputo Sky, o grupo prevê investir em capex no médio prazo, com foco em Maputo e Luanda, mantendo a expansão nas regiões portuguesas.
  • Em 2025, o grupo reportou receitas de 121 milhões de euros, mais 7% face a 2024, ocupação de 74% (-0,5 p.p.) e preço médio de 106 euros (+5%).
  • O grupo tem 3.150 quartos no mercado português e moçambicano, já entregou 22 hotéis nos últimos 25 anos e não tem dívidas.
  • Para 2026, a empresa projeta receitas de cerca de 130 milhões de euros, mais 7% face a 2025, mantendo o tom otimista.

O grupo Hoti Hotéis mantém Espanha no radar para expansão. Em reunião com jornalistas, Ricardo Gonçalves, administrador para Expansão, afirmou que o mercado espanhol continua na mira, ainda que sem projetos em curso neste momento.

Em Moçambique, onde detêm o Meliá Maputo Sky, o grupo prevê investir em capex no médio prazo para consolidar o eixo Maputo e reforçar Luanda, aproveitando a rede já instalada em Portugal.

O executivo destacou que, apesar de já ter investimento em Moçambique e Angola, não há desfecho definido para Espanha. Anteriormente, foi avaliada Vigo, mas não avançou; a Galiza é encarada de forma mais alargada.

Desempenho sólido em 2025

Manuel Proença, fundador, lembrou que a cadeia lançou 22 hotéis nos 25 anos e não tem dívidas, estando disponível para mais investimentos. Em 2025, assegurou desempenho recorde em receitas.

Miguel Proença, CEO, confirmou resultados globais sólidos, com contribuição relevante da operação na Madeira. As receitas do ano passado chegaram a 121 milhões de euros, acima de 7% em relação a 2024.

A empresa também indicou subida de 5% nos preços, para uma média de 106 euros por quarto. A taxa de ocupação cedeu 0,5 p.p., para 74%.

Perspetivas para 2026

Para 2026, o grupo espera receitas próximas dos 130 milhões de euros, refletindo mais 7% face a 2025. O optimismo mantém-se, com foco em expansão orgânica e reforço da presença internacional.

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